O aumento da depressão entre os jovens no Brasil

Enviada em 09/07/2018

Na Idade Moderna, com o surgimento do contrato social na obra “Do cidadão”, Thomas Hobbes afirma que o Estado tem o dever de estabelecer a ordem e garantir a segurança da sociedade. No entanto, verifica-se que esse ideal não é constatado na prática. Hodiernamente, convém abordar que a fragilidade das relações interpessoais e as falhas na aplicação jurídica contra os jovens geram os casos de depressão no Brasil.

Convém ressaltar, a princípio, que as relações familiares é um fator determinante para o aumento da insatisfação na juventude, uma vez que em muitos lares, não existe mais o hábito de diálogos entre os membros da família com os filhos diariamente. Evidencia-se que desde os processos denominados “Revoluções Industriais” e a ascensão do capitalismo o mundo vem priorizando produtos e mercados em detrimento do bem estar social. Por isso, fica evidente que nesse contexto, as relações pessoais tornaram-se sem importância quando comparadas com a necessidade de produzir e de se manter presente no mundo virtual, com isso os cidadãos torna-se ainda mais vulneráveis para  doenças depressivas.

Outro aspecto relevante diz respeito à Constituição Federal, que aborda que todos são iguais perante a lei, ainda assim, percebe-se que esse decreto não está surtindo eficácia, visto que o racismo influencia na molestagem, ratificando, desse modo, a intensa fragilidade para desencandear pensamentos autodestrutivos na adolescência. Conforme a OMS, 800 mil pessoas cometeram suicídio por causa da melancolia em 2015. Por isso, fica evidente que a questão institucional deve ser analisada.

Fica claro, portanto, que ainda há entraves para solucionar os problemas. Logo, uma iniciativa plausível tomada pelo Congresso Nacional como   criação de leis mais severas com penas de 10 anos para quem praticar opressões por meio de debates de ideias no Supremo Tribunal Federal, enfatizando a importância para atenuar os preconceitos, além disso, os pais devem retomar os hábitos de laços afetivos com os filhos, por meio de diálogos afetivos que criem forças , evitando assim distúrbios psicológicos.