O aumento da depressão entre os jovens no Brasil
Enviada em 09/07/2018
Friedrick Nietzsche caracteriza-se um filósofo retrato dos jovens contemporâneos brasileiros: defensor de uma ideologia de negação dos valores e de qualquer fim incumbido aos seres humanos, morreu acompanhado com uma neuropsicopatia, em muito decorrente desse modelo de vida por ele adotado. De maneira análoga, esse grupo juvenil canarinho se mostra acometido pelo mal do século: a depressão, cujas causas, invariavelmente, residem na frivolidade dos laços interpessoais e na crise de identidade vigentes.
À princípio, incontrovertível que o homem é um ser político e social. Visto dessa lógica, embora condição sine qua non de qualidade de vida antrópica, as relações humanas estão perdendo seu caráter humanitário. O sociólogo Sigmund Bauman chamaria tal fenômeno de amor líquido, em que o altruísmo hodierno beira mais a uma linha tênue do que a um laço resistente. Com isso, destitui-se dos indivíduos seu pertencimento grupal, isolando-os, o que permite a ascendência de valores austeros de auto depreciação.
De outra parte, Nietzsche configura-se ao menos um vestígio de que negar os conceitos humanos pode ser medida a se discutir revogação. Émile Durkheim caracteriza-se como efeito anômico qualquer alteração nos fatos sociais, que fazem os indivíduos não se acharem adequados aos padrões vigentes. Todos encontram felicidade no seu propósito, no que nasceram para ser, já afirmava Aristóteles. Semelhantemente, no entanto, a insipiência de teoria como a ideologia de gênero colocam em xeque até as últimas certezas propaladas.
Então, alteridade é conceito-chave para assistir jovens propensos à depressão no Brasil. Por isso, é competência da sociedade civil, da escola e dos familiares produzirem condições para a existência de contatos sociais mais afetivos nesses grupos, incentivando interação, por meio de trabalhos coletivos engajados e dialéticas, por aspirar a mitigação do caótico estado de deslocamento social e depressão.