O aumento da depressão entre os jovens no Brasil
Enviada em 24/08/2018
O aumento da depressão entre os jovens é uma questão deletéria no cenário brasileiro. No entanto, essa problemática pode ser advinda de diversos fatores biológicos, psicológicos e sociais nos quais, os mais duradouros e com maior intensidade pode levar o depressivo a cometer suicídio. Com o propósito de amenizar o número de casos entre crianças e adolescentes, instituições voltadas à saúde e à proteção precisam tomar medidas exequíveis com o fito de minimizar esse distúrbio.
De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), até 2020 a depressão será a doença mais incapacitante em todo o mundo. Com isso, a pessoa depressiva pode ter a vida emocional, afetiva, física e profissional bastante prejudicada. Assim, esse transtorno psíquico pode ser adquirido por traumas, perdas e até mesmo no decorrer de outras doenças, levando o indivíduo a ficar deprimido, perdendo a autoestima, o interesse e o prazer.
Diante desse cenário, pode-se destacar que o termo depressão utilizado na atualidade remete a “patologia dos humores tristes” citado na Grécia Antiga como “melancolia”. Nesse sentido, essa síndrome amotivacional pode ser aliada da ansiedade, do distúrbio do sono e da falta de apetite. Contudo, faz-se relevante o diagnóstico correto e precoce para que haja um tratamento eficaz, minimizando os sintomas de angústia que levam o doente a se retrair ou até mesmo tentar contra a própria vida.
Em síntese, a depressão exige cuidados, e em adolescentes, os riscos são maiores por estarem em uma fase de constante mudança e pressão social. Diante disso, a família em consonância com as escolas, devem promover atividades multidisciplinar como terapias em grupo e diálogos constantes que façam o sofrente se sentir capaz de superar essa fase. Logo, o Estado pode atuar em campanhas de conscientização à importância da vida, juntamente com profissionais da área da saúde que possam oferecer palestras e tratamentos psicológicos através de acompanhamentos gratuitos para a população mais carente.