O aumento da depressão entre os jovens no Brasil

Enviada em 01/10/2018

Segundo o sociólogo Émile Durkheim, quanto menor o índice de solidariedade em um grupo social, maiores são as taxas de depressão e suicídio neste. Destarte, a depressão vem tornando-se um dos problemas mais comuns entre jovens neste país. Assim, deve-se analisar como as atuais relações sociais e a herança histórica prejudicam a questão no Brasil atual.

Indubitavelmente, as relações sociais que regem a sociedade são as principais causadoras do impasse. Isso decorre da ascensão do capitalismo, no século XIX, quando o dinheiro passou a controlar o mundo e, a solidariedade ficou em segundo plano. Consequentemente, o Brasil vem liderando o ranking mundial em depressão entre os jovens, segundo o jornal “O Globo”. Ou seja, as relações sociais são cada vez mais voláteis, a solidão e ansiedade marcam a vida dos jovens e, como resultado, a depressão infelizmente vem tornando-se um problema cada vez mais comum.

Além disso, nota-se que a herança histórica também prejudica o problema. Tal imbróglio é comum desde grandes crises que os países passam, como a crise de 1929, em que os índices de depressão cresceram de maneira absurda. Portanto, a sociedade segue o costume de aumentar a grandeza dos problemas e depreciar-se por conta desses. Analogamente, os jovens, na atualidade, pesam os impasses do mundo para si e são afetados pela depressão, que prejudica todo desenvolvimento social destes.

Diante dos fatos supracitados, nota-se que o problema é afetado pela sociedade e pela história O Governo Federal, portanto, por meio do Ministério da Saúde, deve atuar em projetos nas escolas que ajudem a prevenir e tratar a depressão, por meio de consultas com psicólogos e psiquiatras que ofereçam consultas pessoais aos jovens, com palestras feitas por profissionais que fomentem a importância do diálogo, a fim de amenizar os índices de depressão e suicídio nos grupos sociais.