O aumento da depressão entre os jovens no Brasil
Enviada em 18/10/2018
Desde a época do Antigo Egito, a depressão sempre foi considerada um sintoma de quem cometia suicídio. Todavia, tal tema mantém-se frequente no cotidiano do jovem. Não apenas com o sumo uso de tecnologias nas últimas décadas, onde horas passadas em redes sociais podem acarretar falta de auto-estima e auto-confiança, mas também com tais problemas como o bullying e o cyberbullying, que são representados por filmes e séries como 13 Reasons Why, podem resultar no transtorno. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro.
No cenário hodierno em que o país se encontra, esta prestação se encontra ascendente, e tem sua terceira maior quantidade de deprimidos do mundo. Ademais, essa conjuntura permanece em defasagem, visto que o ideário vetusto de alguns pais e parentes não levem a situação de certos jovens a sério, acarretando ao jovem à procurar soluções em outros lugares, mas que nem sempre acabam sendo solucionados. Todavia, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), no país, a maioria dos depressivos não sabem da própria condição.
Conquanto, o referido continua contraproducente. Nesse contexto, é de caráter indubitável que o contingente demográfico num geral, deva tomar mais conhecimento sobre o problema, de maneira que realmente seja considerado uma doença que precise de tratamentos sérios. É evidente que há e ainda haverá muitas lacunas até que seja algo tratado com mais seriedade, todavia, é uma batalha que deve ser executada até que seja abrangido numa maior escala.
Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver esse problema. Segundo o filósofo William James, “o ser humano pode alterar a sua vida mudando sua saúde mental”. Portanto, o Ministério da Saúde junto com o Ministério da Educação devem propor ações utilizando da publicidade em seus meios, compartilhando mais informações em ambientes escolares e de saúde sobre o problema supracitado, facilitar o acesso do jovem à psicólogos e terapeutas em ambientes educacionais, e também propondo mais divulgações em redes sociais, onde se encontra o maior contingente de jovens. Dessa forma, o Brasil poderia solucionar grande parte do problema.