O aumento da depressão entre os jovens no Brasil

Enviada em 31/05/2019

“O ser humano não teria alcançado a expansão da depressão por entre os jovens no país se, repetidas vezes, não tivesse tentado ignorar as alterações psicológicas transcorridas na juventude”. Com essas palavras, Max Weber, sociólogo alemão, afirma que a ampliação da depressão entre os jovens, mas também, posteriormente à quebra de paradigmas, é necessária a insistência, por parte de um grupo social, na tentativa da sociedade observar, por outro ângulo, os benefícios de dialogar com os jovens em certos momentos depressivos pelos integrantes dessa mesma sociedade.

Primeiramente, o dever de dialogar com os jovens, de modo que inviabilize a crescente expansão da depressão por entre a juventude do país, além da acelerada propagação dos infortúnios resultados da depressão se tornarem imensuráveis e incontroláveis, está assegurado não só pelos Direitos Humanos, mas também pela Constituição do Brasil. Além disso, os pilares de uma república são deixados de lado a partir do momento em que os jovens depressivos do Brasil são resultados da carência de diálogos por parte das famílias, abrindo oportunidades para que a sociedade se torne, cada vez mais, excludente.

Paradoxalmente, o Brasil, o qual é um país visto como acolhedor pelos demais países, está inserido em uma dicotomia: ao mesmo tempo em que é reconhecido mundialmente por suas políticas de inclusão social, deixa a desejar no que se refere ao comprometimento social da juventude brasileira por parte das famílias em acudir os jovens em certos momentos intensos de depressão, haja vista que segundo os dados OMS(Organização Mundial de Saúde), o índice de depressão entre os brasileiros cresceu cerca de 18,4% nos últimos onze devido à carência de diálogos, mas também envolvimento familiar em compreender minuciosamente as circunstâncias difíceis apresentadas pelos jovens.

O aumento da depressão entre os jovens, portanto, deve ser combatido com a iniciativa do Ministério da Educação em parceria com as escolas municipais e psicólogos de realizarem a implementação de projetos psicopedagógicos, por meio de palestras educacionais, além da propagação de folhetins relacionados ao assunto, para que possa haver um trabalho de transformação na mentalidade, tanto do corpo docente e discente quanto de toda população dos municípios, em relação à importância das famílias de dialogar com os jovens para que elas possam compreender as circunstâncias difíceis apresentadas pela juventude do país, sendo que esses projetos seriam reimplementados anualmente, de modo que eles tornem uma prática cotidiana nas escolas brasileiras.