O aumento da depressão entre os jovens no Brasil

Enviada em 02/06/2019

Depressão, definida como uma tristeza sem fim, doença crônica, síndrome amotivacional que pode atingir qualquer faixa etária, acontece em maior grau em fases de transição e, na adolescência, considerada uma fase crítica pela maioria dos pais, esta enfermidade atinge 5% dos jovens, segundo o médico Drauzio Varella.

Os sintomas nesta fase pode afetar as relações do adolescente com familiares, amigos e ainda a sua performance escolar. Muitas vezes esta doença é negligenciada pelos próprios familiares, por ainda não terem compreendido que este mal do século XXI também tem a classificação internacional doenças, como todas as outras. Ainda se confunde a depressão como preguiça, falta de atividade para realizar ou até mesmo por não ter como chamar a atenção.

Pelo desconhecimento de como lidar nestes casos, a doença poderá agravar-se levando até mesmo ao óbito, pois o adolescente perde a vontade de realizar suas necessidades básicas e até mesmo não se alimentando, ou em casos mais graves, levando ao suicídio.

Os jovens tem em mãos desde muito cedo, ainda na infância, tablets e smartphones como seus companheiros e babás, o que não substitui a interação com os seus familiares, gerando assim um vazio no fator psicológico, o que muitos pais não acreditar causar. Estes aderiram a onda da tecnologia, pois estão sempre na correria do cotidiano e sem tempo para dedicar aos seus.

Atualmente, o Brasil ocupa a posição de 3º posição de país mais deprimido do mundo, o que seria diferente se houvesse mais interação entre pais e filhos como conversas em casa para discutirem seus problemas, orientação da escola para possíveis causas de abandono dos jovens para a tecnologia ocupar este vazio, observação mais atenta para possíveis mudanças de comportamento e assim, precocemente, serem acompanhados por profissionais da saúde, evitando um agravamento desta doença.