O aumento da depressão entre os jovens no Brasil
Enviada em 31/07/2019
As doenças mentais, particularmente o “mal do século XXI” vem crescendo e atingindo todas as faixas etárias. É notório nos dias atuais, que se não tratada e analisada com cuidado, as consequências podem vir à pequeno ou longo prazo.
É primordial ressaltar que a doença e a tristeza tem seus fatores que diferem, mas também alguns que são semelhantes, segundo Freud, o pai da psicanalise, ressalta em um dos seus estudos sobre depressão, luto e melancolia, que os dois juntos tem interferências do ambiente, desânimo profundo, perda de interesse em atividades habituais e outros fatores, porém, as pessoas tristes depois de um tempo encontram uma maneira de superá-la, enquanto quem tem a doença, essa tristeza parece não ter fim e acaba acarretando consequências mais graves.
No limiar desse contexto, Freud e até mesmo médicos atuais, como o Dráusio Varella, por exemplo, destacam que o humor fica deprimido por um longo tempo, há um sentimento ruim consigo mesmo desencadeando baixo estima, é completado por insônia ou excesso de sono, problemas alimentícios também se fazem presentes. Além disso, há o isolamento social, que em casos mais graves, há a tentativa de suicídio.
Diante dessa problemática, contata-se que a depressão é uma doença silenciosa e difícil de ser identificada se não for analisada profissionalmente. Desse modo, cabe a base familiar ou amigos estarem atentos aos pequenos sinais do individuo no cotidiano e não hesitarem de procurar ajuda psicológica ou psiquiátrica. Faz-se necessário que o Ministério da Saúde invista nessa área, utilizando os recursos públicos e atingindo grande parte do território, a fim de minimizar as consequências do mal do século XXI.