O aumento da depressão entre os jovens no Brasil

Enviada em 29/08/2019

Desde o advento da Revolução industrial, no século XVIII, a sociedade é desafiada a lidar com mudanças e adaptações no modo de vida. Hodiernamente, na realidade brasileira, tal desafio é evidenciado pelo aumento de depressão entre os jovens. Esse panorama se deve à necessidade de superar o que continua a permear a convivência cidadã, devido à deficitária incrementação legislativa e à compactação da influência das redes sociais. Diante disso, é preciso conhecer os estigmas dessa conjuntura, na propensão de minimizá-la.

A princípio, os casos de depressão entre jovens possui estreita relação com a inabilidade das  leis eda Carta Magna de 1988, a qual garante o plano direito à saúde, como um equilíbrio entre o bem-estar físico e psíquico.Esse quadro provém do fato de que tais normas apresentam falhas, o que afeta a valorização da vida do cidadãos expostos a fatores de riscos da segura mental. Consoante Durkheim, uma sociedade sem regras claras, sem valores e sem limites, encontra-se em estado de anomia social. Nesse sentido, um exemplo desse preceito é histórica negligência estatal em promover medidas, tais quais a oferta de psicólogos em unidades básicas e de atividades de lazer, permitindo uma desordem coletiva emocial.Logo, a reversão desse dilema configura-se como um encargo político  nacional.

Ademais, a intoxicação digital é o mecanismo intensa desse impasse eversivo. Isso ocorre porque as redes sociais proporcionaram uma mudança nos padrões comportamentais mediante atitudes de comparação entre “status” e de exibicionismo constante, resultado de uma sensação de insuficiência advinda das fragilidades mentais. Segundo o filósofo Pierre Lévy, a cibercultura possibilita aprender e ensinar a partir de extensões virtuais. Essa ação recíproca, todavia, não é concretizada de fato, uma vez que os espaços digitais de interação desencadeiam o distanciamento físico das relações humanas, o que enraíza laços frágeis entre os indivíduos e intensifica o vazio existencial dos jovens. Dessa forma, é preciso mudar esse paradoxo, a fim de reduzir os entraves da depressão.

Com efeito, a falta de ação do governo, em paralelo à influência comportamental das mídias sociais, são, portanto, os principais vetores do aumento da depressão entre jovens no Brasil. Destarte, é fundamental que o que o Congresso Nacional-ordem legislativa do país-aumente o percentual de investimentos no setor de saúde pública, por meio de uma alteração nas Diretrizes Orçamentais, com a aplicação dos postos de atendimento cooperativo, para realizar um ação conjunta entre médicos e psicólogos na redução dos sintomas ao incentivar tratamentos alternativos.Por fim, cabe às Secretarias de Saúde estimular campanhas educativas, em redes sociais, sobre o combate à depressão e desenvolver suportes de ajuda emergencial . Assim, espera-se progressos no bem-estar coletivo da era industrializada.