O aumento da depressão entre os jovens no Brasil

Enviada em 05/09/2019

O líder político e militar Simon Bolívar afirmava que “Um povo ignorante é um  instrumento cego da sua própria destruição”. Outrossim, analisando essa epígrafe e relacionando-a à realidade. entende-se que, a depressão tem se tornado o mal do século devido a uma epidemia de casos e a precariedade de conhecimentos sobre a doença. Ademais, é preocupante por ser conveniente ao preconceito e à falta de informações da população, e por possuir causas que não são muitas vezes associadas a esse distúrbio mental como o imediatismo e as comparações, gerando o aumento desse transtorno mental entre os jovens brasileiros.

Primeiramente, é nítido que a depressão sempre existiu, e apenas não era devidamente diagnosticada. Razão disso, é que em 1929 houve uma crise econômica conhecida como “Grande Depressão”, episódio no qual aconteceu uma epidemia  de pessoas com transtorno mental,  muitas acabaram se matando. Haja vista que, hodiernamente esse distúrbio mental tem aumentado entre os jovens brasileiros, e o imediatismo tem corroborado com isso, visto que as pessoas por quererem algo ‘‘agora",  quando não conseguem acabam se frustrando e ficando deprimidas. Basta ver que, segundo a OMS a depressão é a segunda causa de morte entre os jovens de faixa etária entre 15 e 29 anos.

Por conseguinte, é cada vez mais comum que a problemática das comparações realizadas entre os adolescentes seja um agravante para a depressão. Ou seja, os jovens tentam se encaixar nos padrões impostos pela sociedade, e acabam comparando suas vidas ás de outras pessoas que são tidas como perfeitas. Ademais, quando não conseguem se enquadrar esses garotos começam a sofrer demasiadamente, o que leva ao transtorno mental ou o seu agravamento, e segundo dados do site Saúde, a depressão atinge um em cada cinco jovens entre 12 e 18 anos.

Posto isso, infere-se que para lidar com a problemática do aumento da depressão entre os jovens no Brasil é necessário tornar obrigatória a presença de psicólogos em ambientes escolares, um acréscimo no número de palestras e na divulgação delas pelo MEC nas escolas, que levem profissionais da área da saúde que possam alertar os alunos, pais e educadores sobre como diagnosticar e tratar esse transtorno mental. Dessa forma, haverá um declínio no número de casos de garotos com esse distúrbio.