O aumento da depressão entre os jovens no Brasil

Enviada em 16/09/2019

A geração ultrarromântica do século XVIII, foi conhecida por sua tristeza profunda e constante fuga da realidade, características que evidenciam a depressão. De maneira análoga, a geração do século XXI, vem sendo vitimizada pelo mesmo mal. Dessa forma, seja pela insuficiência de informação sobre as psicopatologias, seja pelo uso exagerado das redes sociais, surge a necessidade de intervir na problemática.

Vale ressaltar, a priori, que a má formação socioemocional da população infanto juvenil está entre as causas da vicissitude. Uma vez que, de acordo com o Jornal O Globo, o público afetado pela depressão não se sente à vontade para falar sobre a doença com familiares e colegas. Por outro lado, é compreensível, pois a sociedade ainda é desinformada sobre o assunto, tratando esse como um fato banal, acentuando-se assim as estatísticas de suicídio. Logo, é evidente a importância de debater sobre a mazela para mitigar os efeitos causados por ela.

É notório, a posteriori, que o uso demasiado das redes sociais influenciam e alteram o comportamento da população. Nesse contexto, segundo pesquisas publicadas pela UOL, usar mídias sociais, como o Instagram, por menos tempo, leva a reduções significativas de depressão. De fato, esta agrura é fomentada em razão do indivíduo não saber usá-las de forma saudável e comparar a própria vida com a do próximo, que aparentemente é perfeita. Entretanto, prosperidade e  muitos seguidores no mundo virtual não garantem a proteção contra o mal do século; assim, mudanças na conduta humana é fundamental para evitar transtornos.

Diante dos fatos citados, para que a insuficiência de informação encerre-se, e a mudança de comportamento quanto as redes sociais ocorra, é necessário que o Mec junto ao Estado destine mais recursos ao setor educacional, os quais serão revestidos em contratação de psicopedagogos e psicólogos que contribuirão com a educação nas questões emocionais e sociais nas escolas, por meio de palestras para o corpo discente e docente. com isso o Mal do século XVIII ficará apenas na Literatura.