O aumento da depressão entre os jovens no Brasil

Enviada em 22/10/2019

Em meados de 1500, durante o período colonial, a civilização brasileira sofrera punições desumanas e inaceitáveis. Os castigos físicos, como a chibatada, levava os vilipendiados a exaustão física, e consequentemente, mental. Por conta disso, doenças, como a depressão, por exemplo, foram -durante e após os maus tratos- fixadas aos indivíduos devido as relações inadequadas descritas. Análogo a premissa, observa-se características semelhantes na contemporaneidade, e para não se expandir, esse pretexto torna indubitável a relevância do debate sobre o aumento da depressão entre os jovens.

Por advento, é preciso salientar que o Brasil é um dos 5 maiores países que apresentam, pelo menos, em sua população, um caso depressivo ao decorrer da vida. A persistência do estresse, da tristeza e de problemas que os geram são características negativas recorrentes à sociedade, principalmente, aos jovens. Por estarem em um ambiente que, na história de construção, sofreu instabilidades -e que ainda perpetuam- essas pessoas precisam de assistências eficientes que auxiliem o crescimento ideológico e natural de um ser humano. As primeiras relações entre a população, seja familiar ou não, necessitam  serem saudáveis, pois o Ser precisa da melhor maneira para se desenvolver em sociedade.

Em contraposto ao idealizado, a população jovem que possui a depressão e características de progressão para tal, eleva-se a cada ano. As relações iniciais, como a familiar, ao invés de serem orgânicas- saudáveis e instrutivas- estão, dia após dia, em competição com a inorgânica -depressiva e falha- haja visto, que os vínculos sociais constroem o intelecto do indivíduo, caso contrário, esse, pode desenvolver doenças psicológicas -relativamente- mais fácil. Para afirmação, o Filósofo Arthur Schopenhauer construiu um intelecto baseado nisso e admitiu: É necessário uma base forte, consistente e educativa; para que seja construído um indivíduo com caráter e saudável.

Logo, em virtude dos fatos mencionados, torna-se essencial assistir os jovens e as famílias, haja visto, o aumento de casos de depressão nesse meio. Desse modo, o Ministério da Educação rente ao da Saúde, criarão, em escolas públicas e privadas, clínicas; atividades e auxílios pedagógicos gratuitos. Esses programas terão como base e prioridade, estabelecer melhorias sociais e pessoais dos indivíduos, durante a fase de crescimento de cada um -por meio de ensinamentos  didáticos. Com o profissionais da área médica e pedagógicas, essa ação, por ser progressista ,ajudará, também, os país e responsáveis a desenvolverem métodos eficazes de assistir os jovens antes e durante a depressão. Assim, poderão, a médio e longo prazos, ajudá-los e reduzir o aumento de casos de depressão entre eles.