O aumento da depressão entre os jovens no Brasil

Enviada em 26/10/2019

“Gente morta não decepciona ninguém”, frase deixada em carta escrita por Arielle Farias de 18 anos, encontrada enforcada em 2014. Arielle faz parte de uma triste estatística, que não para de crescer, hodiernamente as mortes por suicídios, é a manifestação mais severa da depressão. Portanto, é notório que essa patologia necessita de mais atenção social e intervenção governamental. Pois, além da negligência, preconceito e estigmas sociais, que o assunto é tratado, é evidente a ineficiência das políticas públicas de prevenção e combate na redução dos altos índices.

Assim comprovados pelos dados da Organização Mundial da Saúde, “a depressão é a segunda causa de morte entre os jovens da faixa etária entre 15 a 25 anos”. Destarte, é cabível abordar alguns fatores desencadeantes, dentre eles; fatores genéticos, problemas com a autoestima e sociais, que associado ao período de transição da adolescência para a vida adulta, onde são geradas grandes expectativas e incertezas, podem potencializar sentimentos de angustias, frustrações, tristezas e medos, e  comprometer a interação social e a qualidade de vida.

Outrossim, convém ressaltar, que as pressões que o mundo contemporâneo exerce sobre esses jovens, tem gerado grande preocupação. O Sociólogo E. Durkhein, em seu objeto de estudo “fato social”, define como os instrumentos sociais e culturais determinam as maneiras de agir, pensar e sentir Logo, com o crescente número de exposições nas redes sociais, na tentativa de demonstração de vida perfeita e feliz, na busca pela aprovação e aceitação social, elucida a grande influência negativa exercida por esse instrumento, sobre os adolescentes, que encontram-se em processo de formação da personalidade e do senso crítico

É cabível ainda, mencionar os estigmas sociais sofridos pela pessoa acometida pela depressão, que por uma concepção errônea e preconceituosa, descaracterizam a doença, não tratando-a com a devida seriedade. Desse modo, levando muitos jovens à esconder a patologia, por medo de sofrerem discriminação, e com a falta de tratamento agravar ainda mais o quadro clínico.

Em vista dos argumentos apresentados, é premente adoção de uma série de medidas que envolva o Ministério da Saúde e Educação, e toda à sociedade, no diagnóstico e tratamento precoce e na desmistificação do tabu que envolve essa enfermidade. A priori, a ampliação ao atendimento de multiprofissionais como: psicólogos e psiquiatras na rede pública de saúde, na extensão do atendimento e na realização de palestras no âmbito escolar. Sendo indispensável ainda, a participação familiar no acompanhamento do tratamento, na orientação e apoio durante a fase de transição. Ademais, campanhas publicitárias de conscientização sobre a gravidade da doença e a necessidade em se buscar ajuda. Sendo possível, através da articulação e envolvimento de todos, atenuar essa triste realidade. “Gente morta não decepciona ninguém”, frase deixada em carta escrita por Arielle Farias de 18 anos, encontrada enforcada em 2014. Arielle faz parte de uma triste estatística, que não para de crescer, hodiernamente as mortes por suicídios, expressa-se como a manifestação mais severa da depressão. Portanto, é notório que essa patologia necessita de mais atenção social e intervenção governamental. Pois, além da negligência, preconceito e estigmas sociais, que o assunto é tratado, é evidente a ineficiência das políticas públicas de prevenção e combate para redução dos altos índices. Assim comprovados pelos dados da Organização Mundial da Saúde, “a depressão é a segunda causa de morte entre os jovens da faixa etária entre 15 a 25 anos”. Destarte, é cabível abordar alguns fatores desencadeantes, dentre eles; fatores genéticos, problemas com a autoestima e sociais, que associado ao período de transição da adolescência para a vida adulta, onde são geradas grandes expectativas e incertezas futuras, podendo dessa maneira, potencializar sentimentos de angustias, frustrações, tristezas e medos, ocasionando dessa forma, o isolamento e afastamento de familiares e amigos, comprometendo a interação social e a qualidade de vida do jovem. Outrossim, convém ressaltar, que as pressões que o mundo contemporâneo exerce sobre esses jovens, tem gerado grande preocupação. O Sociólogo Emile Durkhein, em seu objeto de estudo “O fato social”, define como os instrumentos sociais e culturais que determinam as maneiras de agir, pensar e sentir, e os obriga à adaptação. Logo, com o crescente número de exposições nas redes sociais, na tentativa de demonstração de vida perfeita e feliz, e necessidade de aprovação e aceitação social, elucida a grande influência negativa exercida por esse instrumento social, sobre os adolescentes, que encontram-se em processo de formação da personalidade e senso crítico. É cabível ainda, mencionar a banalização das interações sociais e os estigmas sociais sofridos pela pessoa acometida pela depressão, que por uma concepção errônea e preconceituosa, descaracterizam a doença e não a tratando com a devida seriedade. Desse modo, levando muitos jovens a esconder a patologia, por medo de sofrerem discriminação, e com a falta de tratamento agravar ainda mais o quadro clínico. Em vista dos argumentos apresentados, é premente adoção de uma série de medidas que envolva o Ministério da Saúde e Educação, e toda à sociedade, no diagnóstico e tratamento precoce e na desmistificação do tabu que envolve essa enfermidade. A priori, a intervenção do poder público, na ampliação ao acesso e atendimento de multiprofissionais como psicólogos e psiquiatras na rede pública de saúde, na extensão do atendimento e na realização de palestras no âmbito escolar. Sendo indispensável ainda, a participação familiar no acompanhamento do tratamento, na orientação e apoio durante a fase de transição. Ademais, campanhas publicitárias de conscientização sobre a gravidade da doença e a necessidade em se buscar ajuda. Sendo possível, através da articulação e envolvimento de todos, atenuar essa triste realidade. “Gente morta não decepciona ninguém”, frase deixada em carta escrita por Arielle Farias de 18 anos, encontrada enforcada em 2014. Arielle faz parte de uma triste estatística, que não para de crescer, hodiernamente as mortes por suicídios, expressa-se como a manifestação mais severa da depressão. Portanto, é notório que essa patologia necessita de mais atenção social e intervenção governamental. Pois, além da negligência, preconceito e estigmas sociais, que o assunto é tratado, é evidente a ineficiência das políticas públicas de prevenção e combate para redução dos altos índices.

Assim comprovados pelos dados da Organização Mundial da Saúde, “a depressão é a segunda causa de morte entre os jovens da faixa etária entre 15 a 25 anos”. Destarte, é cabível abordar alguns fatores desencadeantes, dentre eles; fatores genéticos, problemas com a autoestima e sociais, que associado ao período de transição da adolescência para a vida adulta, onde são geradas grandes expectativas e incertezas futuras, podendo dessa maneira, potencializar sentimentos de angustias, frustrações, tristezas e medos, ocasionando dessa forma, o isolamento e afastamento de familiares e amigos, comprometendo a interação social e a qualidade de vida do jovem. Outrossim, convém ressaltar, que as pressões que o mundo contemporâneo exerce sobre esses jovens, tem gerado grande preocupação. O Sociólogo Emile Durkhein, em seu objeto de estudo “O fato social”, define como os instrumentos sociais e culturais que determinam as maneiras de agir, pensar e sentir, e os obriga à adaptação. Logo, com o crescente número de exposições nas redes sociais, na tentativa de demonstração de vida perfeita e feliz, e necessidade de aprovação e aceitação social, elucida a grande influência negativa exercida por esse instrumento social, sobre os adolescentes, que encontram-se em processo de formação da personalidade e senso crítico. É cabível ainda, mencionar a banalização das interações sociais e os estigmas sociais sofridos pela pessoa acometida pela depressão, que por uma concepção errônea e preconceituosa, descaracterizam a doença e não a tratando com a devida seriedade. Desse modo, levando muitos jovens a esconder a patologia, por medo de sofrerem discriminação, e com a falta de tratamento agravar ainda mais o quadro clínico. Em vista dos argumentos apresentados, é premente adoção de uma série de medidas que envolva o Ministério da Saúde e Educação, e toda à sociedade, no diagnóstico e tratamento precoce e na desmistificação do tabu que envolve essa enfermidade. A priori, a intervenção do poder público, na ampliação ao acesso e atendimento de multiprofissionais como psicólogos e psiquiatras na rede pública de saúde, na extensão do atendimento e na realização de palestras no âmbito escolar. Sendo indispensável ainda, a participação familiar no acompanhamento do tratamento, na orientação e apoio durante a fase de transição. Ademais, campanhas publicitárias de conscientização sobre a gravidade da doença e a necessidade em se buscar ajuda. Sendo possível, através da articulação e envolvimento de todos, atenuar essa triste realidade. “Gente morta não decepciona ninguém”, frase deixada em carta escrita por Arielle Farias de 18 anos, encontrada enforcada em 2014. Arielle faz parte de uma triste estatística, que não para de crescer, hodiernamente as mortes por suicídios, expressa-se como a manifestação mais severa da depressão. Portanto, é notório que essa patologia necessita de mais atenção social e intervenção governamental. Pois, além da negligência, preconceito e estigmas sociais, que o assunto é tratado, é evidente a ineficiência das políticas públicas de prevenção e combate para redução dos altos índices.         Assim comprovados pelos dados da Organização Mundial da Saúde, “a depressão é a segunda causa de morte entre os jovens da faixa etária entre 15 a 25 anos”. Destarte, é cabível abordar alguns fatores desencadeantes, dentre eles; fatores genéticos, problemas com a autoestima e sociais, que associado ao período de transição da adolescência para a vida adulta, onde são geradas grandes expectativas e incertezas, podem potencializar sentimentos de angustias, frustrações, tristezas e medosOutrossim, convém ressaltar, que as pressões que o mundo contemporâneo exerce sobre esses jovens, tem gerado grande preocupação. O Sociólogo Emile Durkhein, em seu objeto de estudo “O fato social”, define como os instrumentos sociais e culturais que determinam as maneiras de agir, pensar e sentir, e os obriga à adaptação. Logo, com o crescente número de exposições nas redes sociais, na tentativa de demonstração de vida perfeita e feliz, e necessidade de aprovação e aceitação social, elucida a grande influência negativa exercida por esse instrumento social, sobre os adolescentes, que encontram-se em processo de formação da personalidade e senso crítico.

É cabível ainda, mencionar a banalização das interações sociais e os estigmas sociais sofridos pela pessoa acometida pela depressão, que por uma concepção errônea e preconceituosa, descaracterizam a doença e não a tratando com a devida seriedade. Desse modo, levando muitos jovens a esconder a patologia, por medo de sofrerem discriminação, e com a falta de tratamento agravar ainda mais o quadro clínico.

Em vista dos argumentos apresentados, é premente adoção de uma série de medidas que envolva o Ministério da Saúde e Educação, e toda à sociedade, no diagnóstico e tratamento precoce e na desmistificação do tabu que envolve essa enfermidade. A priori, a intervenção do poder público, na ampliação ao acesso e atendimento de multiprofissionais como psicólogos e psiquiatras na rede pública de saúde, na extensão do atendimento e na realização de palestras no âmbito escolar. Sendo indispensável ainda, a participação familiar no acompanhamento do tratamento, na orientação e apoio durante a fase de transição. Ademais, campanhas publicitárias de conscientização sobre a gravidade da doença e a necessidade em se buscar ajuda. Sendo possível, através da articulação e envolvimento de todos, atenuar essa triste realidade.