O aumento da depressão entre os jovens no Brasil

Enviada em 28/10/2019

Consoante ao poeta Cazuza, “Eu vejo o futuro repetir o passado”, a depressão, doença crônica que causa transtornos mentais e perda de interesse em atividades, não é um problema que surgiu atualmente. Desde meados do século XIX e início do XX, essa vicissitude é uma realidade. Dessa maneira, medidas são necessárias para a diminuição desses casos que afetam, principalmente, na saúde e no futuro dos jovens.

Em primeiro plano, destaca-se que, hodiernamente, o Brasil passa por uma epidemia da doença. Contudo, segundo um estudo publicado no blog Depressão, o país se encaixa em terceiro lugar do mais deprimido do mundo, alcançando cerca de 18,4% da população brasileira que sofre desse distúrbio mental, o que prejudica significativamente o dia a dia de cada um desses indivíduos.

Outro ponto relevante, nessa temática, é o conceito ligado à depressão na adolescência, fase de transição entre a infância e a vida adulta. Embora, essa doença possa atingir pessoas de todas as idades, o público alvo principal são os jovens entre 12 a 18 anos. Outrossim, causas como questões sobre sexualidade, bullying, pressão pela escolha da carreira e diversos outros conflitos que podem agravar a doença.

Infere-se, portanto, que são necessárias medidas capazes de mitigar essa problemática. Dessa forma, compete ao Governo, junto ao Ministério da Saúde e Educação, promoverem novos métodos de estudo para diagnóstico da depressão. Essa ação pode ser feita por meio de projetos realizados na faculdade por alunos e professores capacitados na área, com o objetivo de conseguir diagnosticar e tratar de maneira correta as pessoas com esse distúrbio, para que essa enfermidade possa não atrapalhar a vida e o futuro dessas pessoas.