O aumento da depressão entre os jovens no Brasil
Enviada em 29/10/2019
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito a Eixo Social ( saúde, igualdade e respeito) e ao bem-estar social. Conquanto, o aumento da depressão entre os jovens no Brasil impossibilita que boa parte da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, os desafios das barreiras erguidas pela discriminação e os vários sintomas da depressão devem ser superados de imediato para que uma sociedade íntegra seja alcançada.
Em primeira análise, de modo análogo à teoria da ação social racional relacionada a fins pelo sociólogo Max Weber, observa-se que a atuações de grande parte dos políticos brasileiros têm como objetivo o benefício pessoal. Contudo, ocorre um redirecionamento do dinheiro que deveria ser investido no aumento da depressão entre os jovens no Brasil. Com a falta de investimentos e apoio a depressão ocasiona muitas barreiras erguidas pela descriminação da sociedade, que não compreende o tão doloroso é essa doença e do enorme preconceitos que as vítimas sofrem.
Em segunda análise, ainda vale salientar os vários sintomas da depressão como impulsionador do problema. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) a depressão é a segunda causa de morte entre jovens da faixa etária entre 15 e 29 anos. O número daqueles que sofrem de transtornos como depressão e ansiedade também é considerável: 15% da população sofre deste tipo de doença. Diante de tal contexto, como se não bastasse, além de aumentar as emoções negativas, como indisposição, insegurança, raiva e a tristeza, a depressão ainda reduz a capacidade de experimentar emoções positivas, o que aumenta o fardo dos pacientes que não tem ajuda, apoio e condições financeiras de se tratar.
Em face dessa análise, urge, portanto, que medidas sejam adotadas para diminuir a problemática. Mormente, compete às Secretaria de Segurança Pública, com a ajuda da Polícia Federal como órgão investigativo, fiscalizarem o fluxo de dinheiro público para destina-ló à depressão entre os jovens no Brasil, por meio de tratamentos públicos por profissionais capacitados na área e o apoio do governo para diminuir a discriminação do mesmo, com o foco de impossibilitar o desvio desses recursos e reduzir o aumento da depressão entre os jovens. Somando-se a isso, acontecerá a diminuição das consequências da mazela, o que permitirá uma nação controlada sobre as questões da depressão.