O aumento da depressão entre os jovens no Brasil

Enviada em 30/03/2020

Apenas em meados do século xix, os distúrbios mentais foram reconhecidos como doença, anteriormente casos como depressão estavam associados à mitos e supertições. No entanto, tal pesquisa realizada entre a Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização das Nações Unidas (ONU), entre 85% das pessoas que sofrem desses males não têm acesso a tratamento adequado.

Em vigor dos fatos mencionados, constata-se que uma grande parte da população vem sofrendo rigorosamente pela escassez de tratamento e distúrbios com si próprio. Em decorrência de que o tratamento para estes cidadões não é apenas a utilização de remédios antidepressivos, mas também à consulta com especialistas da área de comportamento, onde será avaliado o caso do paciente na vida atual e o que foi vivenciado no passado, pessoas com quem se relacionou, família e amigos, para ter um bom resultado afim de garantir à qualidade de vida e melhora do cidadão.

No Brasil, no mês de setembro é realizado muitas campanhas em relação ao combate da depressão e prevenção do suicídio, mas não é de fato prevensivo. Cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio no decorrer do ano, geralmente questionasse a ajuda familiar, onde os mesmos afirmam que o indivíduo dependente da doença “quer chamar atenção”, “jovens tem crises existenciais”, mas não sabem realmente o que se passa na mente do ser humano com depressão e também não procuram entender.

Diante disso conclui-se que é de necessária importância a existência de métodos avançados para com familiares de jovens e adultos que possuam sintomas como: baixa auto-estima, falta de apetite, diminuição de energia, falta de humor, entre outros, para que os mesmos entendam a diferença entre chamar atenção e distúrbios mentais. Afinal, como afirmou Willian James “O ser humano pode alterar a sua vida, mudando sua atitude mental”.