O aumento da depressão entre os jovens no Brasil

Enviada em 13/05/2020

A depressão existe há muito tempo, desde a Grécia antiga, quando o pai da medicina “Hipócrates”, definiu que a depressão era o excesso de bílis negra no organismo. Hoje já se sabe que essa doença se trata de problemas psicológicos ou fisiológicos. O Brasil é o país com maior prevalência de depressão da América Latina, só ficando atrás dos Estados Unidos, que têm mais que 5,8% de depressivos.

O transtorno depressivo pode afetar qualquer tipo de pessoa, até mesmo as que parecem viver em circunstâncias que são relativamente ideais. Ricas ou pobres, brancas ou negras, a depressão pode vir de diferentes situações, pela genética, quando um parente próximo passa pelo transtorno depressivo o outro tem 70% de chance de ter herdado a doença. Pessoas com baixa autoestima ou que passaram por uma fase de luto, parecem ser mais propensas a sofrer da doença.

Essa doença é feita de fases, desde uma depressão leve até uma depressão atípica. A depressão se não for medicada, pode-se levar a um caso de tentativas de suicídio até que a pessoa realmente decide se matar. Um exemplo disso foi a “brincadeira” da baleia azul, onde pessoas mandam um link por meio das redes sociais e o jogador deveria passar por fases, o jogo dura cinquenta dias e nesses dias você tem que cumprir diversos desafios, como se cortar até que chegue no último dia, onde a pessoa se mata.

Contudo, são necessárias medidas para acabar com proliferação dessa doença. A depressão é uma doença silenciosa, onde a pessoa se afasta de todos, nunca dormem ou dormem de mais, não comem ou comem de mais. Um modo para ajudar essas pessoas é fazer mais palestras para ajudar pais que têm filhos que passam pela doença e não sabem o que fazer. Também com uma maior divulgação de casas de apoio que obriguem os pais a levarem os filhos ao psicólogo ao menos uma vez por mês.