O aumento da depressão entre os jovens no Brasil

Enviada em 30/07/2021

A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6°, o direito à saúde como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a depressão entre os jovens no Brasil, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar medidas governamentais para combater o aumento da depressão dos jovens no Brasil. Nesse sentido, tal problema vem permeando a sociedade e acaba gerando diversas complicações à população brasileira. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do " contrato social “, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a saúde, o que, infelizmente, é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar o crescimento do número dos jovens como impulsionador da depressão no país. Segundo o jornal G1, a taxa de depressão cresceu cerca de 68,5% nos últimos anos. Diante de tal exposto, é notório que esse problema estabeleceu muitas sequelas à sociedade, tais como danos irreversíveis à integridade física e mental. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Depreende -se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Ministério da Saúde, por intermédio de uma campanha desenvolva um programa social para ajudar com a saúde mental, psicólogos e psiquiatras para a sociedade. Assim, se consolidará uma sociedade mais saúdavel e sociável, onde o Estado desempenha corretamente se " contrato social " , tal como afirma John Locke.