O aumento da depressão entre os jovens no Brasil
Enviada em 16/09/2021
O mal do século é denominado depressão, a doença que mais afeta o mundo atualmente, sendo que os principais diagnósticos são em jovens. Logo, inúmeras produções cinematográficas retratam o atual cenário. Um exemplo é ’’ Os 13 porquês’’, de Jay Asher, que demonstra o caso extremo da doença, o suicídio, sendo que, infelizmente, são muito recorrentes e cada vez mais assustadores e tristes. Assim, muitos pesquisadores procuram entender como a doença se alastrou e como a criação familiar se interfere nesse cenário.
Primeiramente, é importante destacar que é incontestável que a inoperância estatal esteja entre as causas do problema. Nesse sentido, de acordo com Augusto Cury, ‘‘Nunca despreze as pessoas deprimidas, a depressão é o último estágio da dor humana’’. Tal situação está se tornando cada vez mais comuns e os casos de depressão são alarmantes. Nesse prisma, dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que a depressão afeta 322 milhões de pessoas no mundo, de acordo com uma pesquisa feita em 2015. Entretanto, o governo mostra incapacidade no cuidado com a situação no país, onde o suicídio se mostra cada vez mais comum e este não tem preocupado em realizar ações para reverter isso.
Na sequência é válido destacar a cultura intolerante e preconceituosa presente na sociedade. Nessa perspectiva evidencia-se o papel da família nesse problema, onde por muitas vezes não dão a devida importância ou compreendem como drama e acabam a causar inúmeras consequências na vida dos jovens. Contudo, por ser uma doença silenciosa, a atenção dada ao indivíduo é de extrema relevância.
Em síntese, por ser uma doença grave, os pais devem prestar mais atenção em seus filhos, analisar as mudanças de comportamento e procurar um profissional adequado. Além de que nas escolas devem ter profissionais na área e em escolas municipais e estaduais, cabe ao Ministério da Educação agir e inserir médicos nas instituições, para que a situação seja minimizada e os suicídios menos recorrentes.