O aumento da depressão entre os jovens no Brasil

Enviada em 28/10/2022

A afirmação “O mais escandaloso dos escândalos é que nos habituamos a eles”, atribuída à filósofa Simone de Beauvoir, retrata a inércia da população frente aos problemas do cotidiano. Para além da afirmação, observa-se uma estagnação da sociedade referente às problemáticas encontradas no aumento da depressão entre jovens no Brasil. Nesse viés, torna-se crucial analisar as consequências desse revés, dentre as quais se destacam a evolução da doença e o desemprego.

Em primeiro lugar, é preciso destacar que a inatividade do Estado potencializa a adversidade da negligência. Esse contexto de inoperância dos setores de poder exemplifica a teoria do filósofo Jonh Locke, que descreve a incompetência do governo como violação do contrato social. Sob essa ótica, devido a baixa atuação do Ministério da Saúde, surge a evolução da doença, por falta de infraestrutura em cada município para realização de diagnóstico preventivo.

Além disso, é igualmente preciso apontar o desemprego alto por contada depressão como outro fator. Posto isso, na pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde foi demonstrado que de a cada 200 jovens 30 estão abandonando suas carreiras devido à depressão. Diante de tal exposto, os recursos da União devem ser empregados diretamente na pasta responsável pela saúde no Brasil para que o tratamento comece o mais breve possível. Logo, é inadimissível que esse cenário continue.

Portanto, para o aumento na depressão entre os jovens no Brasil, urge que o Esstado crie programas, como visitas de médicos às residências, por meio de investimento privado. Somente assim, os diagnósticos serão feitos antes da doença evoluir ao ponto do jovem precisar pedir demissão. Ademais, ao receber a análise do médico, o jovem deve procurar o quanto antes o hospital mais próximo de sua residência para dar prosseguimento ao tratamento, Assim, a população não terá de se habituar com a estagnação da sociedade referente aos problemas.