O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 25/04/2020

Segundo a especialista em infecções sexualmente transmissíveis da OMS, Teodora Wi, há a preocupação de que o uso do preservativo possa estar diminuindo, já que as pessoas perderam o medo de contrair o HIV com o surgimento de tratamentos antivirais mais eficazes. Wi afirmou que as pessoas estão mais complacentes com a proteção e ressaltou que isso é extremamente perigoso num momento em que relações sexuais se tornaram mais acessíveis com os aplicativos de encontro.

Além disso, percebe-se que as pessoas estão muito apar em relação ao tema, por não preferirem não usar o preservativo, a terem relações sexuais desprotegidas com isso aumenta o número da doença e por consequências o número de infectados.

Entretanto,de acordo com a OMS, em 2016 foram registrados 127 milhões de novos casos de clamídia, 87 milhões de gonorreia, 6,3 milhões de sífilis e 156 milhões de tricomoníase, números que indicam como as pessoas estão sexualmente se comportando mediante a uma doença tão avassaladora.

Porém, sabe-se que a melhor maneira de prevenir essas doenças, é através de políticas públicas eficientes, tais como educação sexual, palestras de conscientização dessas doença, e que autoridades garantam que todos tenham acesso aos serviços necessários para prevenir e tratar essas doenças.

Conforme os argumentos supracitados, faz-se necessário que o Governo Federal junto com o Ministério da Saúde, possam investir em políticas públicas eficientes para reduzir os números dessas doenças, tais como educação sexual nas escolas, palestras sobre a conscientização de usar o preservativo como meio profilático de não adquirir doenças, investir em testes rápidos para que quanto mais cedo as pessoas souberem que tem uma doenças, mais cedo poderem se tratar, investir nas distribuição gratuitas de retrovirais para pessoas aidéticas, feito diminuirá o número de casos de Aids e haverá pessoas mais conscientizadas sobre tal assunto.