O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 07/09/2019

Após segunda grande guerra houve uma grande elevação na natalidade mundial, apelidada como  baby boom, mesmo com a existência da camisinha. Porém, na década de 60 foi criada a pilula anticoncepcional em busca de maior controle da natalidade e motivada pelo movimento feminista, que buscava um autonomia feminina sobre o seu corpo. Entretanto, essa inovação fez com que a sociedade, com o tempo, banalizasse o uso das camisinhas e os ricos da contração das DSTs.

Antes de tudo, no Brasil a sexualidade é tratada como um tabu social. Dessa forma, a discussão sobre métodos contraceptivos e riscos de contração de Doenças Sexualmente Transmissíveis, no meio familiar e educativo, é atenuado de certa maneira que pode ocorrer uma descrença dos riscos no qual os jovens estão enfrentando. Além disso, existe uma falta comprometimento e investimento do Estado- na conscientização dos danos físicos e sociais- que acomete os indivíduos portadores de DSTs.

Outro fato interessante, nessa temática, é que segundo o artigo 196 da Constituição Cidadã, a saúde é um direito de todos e um dever do Estado. Dessa maneira, o Governo deve investir na manutenção do Sistema Único de Saúde, para atender o maior número de pessoas combatendo e prevenindo  as doenças que assolam a sociedade brasileira. Porém, vivemos em um paradoxo pois, na maior parte do país, está ocorrendo um sucateamento e cortes de gastos destinados a este setor. Sendo assim, vemos o um dos maiores órgãos público, que deveria acolher e nortear a população no combate e na prevenção doenças, a definhar.

É necessário, portanto, o ensinamento e norteamento das jovens brasileiros em relação ao sexo seguro e saudável. Dessa forma, é dever  Ministério da Educação em conjunto com o Ministério da Saúde, a criação e manutenção,  de campanhas publicitárias, palestras e aulas sobre a educação sexual e seus riscos. Esse projeto pode ser aplicado a Grade Comum Curricular das escolas- pelo MEC- além de parceria com a mídia e as rede sociais, para assim reduzir e conscientizar a população brasileira.