O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 05/09/2019

Nos últimos 20 anos, o aumento das doenças sexualmente transmissíveis assombrou a sociedade, tendo como principal grupo de risco jovens entre 15 a 29 anos. Entende-se por DST doenças como sífilis, gonorreia e HIV que são contraídas à partir do ato sexual inseguro.

No Brasil, falar sobre educação sexual se tornou um tabu social, na medida em que muitos negligenciam o assunto. Além disso pela falta de informação, ao praticarem sexo desprotegido, as pessoas se tornam suscetíveis à adquirir essas doenças.

Uma das premissas para não se prevenirem, segundo os jovens é a dificuldade de se “colocar” ou a diminuição do prazer. Cabe, ainda, mencionar que independente da faixa etária, classe social ou opção sexual qualquer indivíduo pode contrair uma DST, caso pratique sexo desprotegido.

De acordo com o Ministério da Saúde, no ano de 2009 cerca de 10 milhões de brasileiros já apresentaram sintomas de uma DST. Isso significa que, embora haja incentivo governamental para solucionar o problema, por meio de campanhas de vacinação contra o HIV, por exemplo, à população carece de informação sobre a gravidade do assunto.

Dessa forma, negligenciar à importância de prevenir e combater, por meio do uso da camisinha masculina ou feminina, essas doenças causam infortúnios aos cidadãos. Espera-se que o Ministério da Educação em parceria com o Ministério das Comunicações promovam palestras nas escolas e propagandas em horário nobre, bem como, incorpore à grade curricular de Biologia aulas que abordem o tema.