O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 20/09/2019

Consoante o filósofo e sociólogo Zygmunt Bauman: “não são as crises que mudam o mundo, e sim nossa reação a elas”. Essa visão, embora correta, não é efetivada no hodierno cenário global, sobretudo no Brasil, dado que as doenças sexualmente transmissíveis aumenta de forma considerada no século XXI. Isso ocorre ora pelo despreparo civil ora pela inação das esferas governamentais para conter esse dilema. Assim, hão de ser analisados tais fatores, a fim de que se possa liquidá-los de forma eficaz.

Nesse contexto, é imperioso destacar que o aumento de DSTs entre os jovens é fruto do despreparo civil de neglicenciar a saúde sexual. Isso porque, mediante a ausência de uma orientação adequada, o jovem indivíduo, sem preocupação com as consequências que o sexo sem preservativo pode trazer, acaba fazendo relações sexuais sem os devidos cuidados, corroborando, assim, um aumento da probabilidade desse indivíduo contrair alguma doença sexual. Esse panorama evidencia-se, por exemplo, segundo a Organização Mundial da Saúde, mostra que mais da metade dos jovens brasileiros não utilizam camisinha, demonstrando, assim, uma alta taxa de indivíduos propícios à contrair doenças sexualmente transmissíveis. Logo, é substancial a alteração desse quadro que vai de encontro à possibilidade de uma vida saudável.

Outrossim, pontua-se que o aumento de DSTs entre jovens brasileiros, deriva, ainda, da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismo que coíbam tais recorrências. Isso se torna mais claro, por exemplo, segundo o portal de notícias G1, mostra que falta veiculação de campanhas informativas do governo federal -principalmente as direcionadas DSTs- corroborando, assim, uma falta de informação, principalmente para pessoa mais carentes que não possui acesso a internet. Ora, se um governo se omite diante de uma questão tão importante, entende-se, assim, o porque de sua continuação. Dessa maneira, entende-se essa questão cuja resolução deve ser imediata.

Depreende-se, portanto, a necessidade de combater o aumento das doenças DSTs. Para tanto, cabe ao Ministério da educação -ramo do estado pela formação civil- inserir, nas escola, desde o primeiro ano de ensino médio, palestras sobre a importância do uso de preservativo, de cunho obrigatório em função da sua necessidade, além de difundir campanhas instrucionais, por meio de mídia de grande alcance, para que o sujeito aja de forma a ser prevenir contra doenças sexuais. Somente assim, esse problema será gradativamente erradicada, pois, conforme o Gabriel pensador, " na mudança do pressente a gente molda o futuro".