O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 17/09/2019

No século vinte e um, o Brasil atravessa grande crise no setor da saúde pública, que trabalha a conscientização da população sobre doenças infecciosas e o seu prejuízo no meio coletivo. O aumento de DSTs (Doenças sexualmente transmissíveis) vem preocupando as autoridades políticas, que sabem os dados do agravamento da causa. Sabe-se, portanto, que essa problemática é mais frequentes entre jovens e assim  corrompe: o bem estar desses indivíduos, e é também um fator de alerta da proliferação desta contaminação.

Em primeiro lugar, para viver bem com o corpo humano é primordial que, a qualidade de vida esteja em primeiro lugar. Sabendo disso, deve-se observar que o bem estar para alguns adolescentes está ligado ao prazer oferecido na relação sexual e que o modo feito não interfere em consequências corporais, e isso é errado, pois a não utilização dos preservativos corretamente poderá acarretar em malefícios drásticos a sua saúde, como  a Aids, sífilis, úlcera e entre outras.

Em segundo lugar, deve-se observa-se que campanhas publicitárias foram ao longo de anos uma ferramenta utilizada pelos governos para combater esse dano, e como visto o número destas patologias só aumentaram, o exito não foi alcançado. Torna-se, evidente, que é necessário reformular os métodos de combate ao desacelerado aumento desta doenças propagadas, e como resultado final, a eficácia das políticas governamentais efetivadas.

Com intuito de amenizar essa problemática, cabe ao Congresso Federal elaborar uma lei que construa um debate amplo nas escolas brasileiras desde o ensino fundamental ao médio, por meio de uma disciplina de carga horário de 2 horas a cada bimestre, com aulas práticas e teóricas, mostrando os riscos e ensinado a se prevenir. Outrora, é também de suma importância o apoio acadêmico das escolas conseguir juntar os pais e estudantes nessa causa nobre de combate epidemiológico.