O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 23/09/2019
Nas décadas de 80 e 90 o mundo se surpreendeu ao ver o ídolos como Freddie Mercury e Cazuza extremamente debilitados devidos as complicações geradas pelo HIV. Porém, com o avanço da medicina e tecnologia , atualmente cenas como essa e são raras , o portador do HIV pode viver uma vida longa e normal assim como portadores de outras Dst’s. E apesar dos esforços do Governo Federal para evitar a disseminação dessas doenças, houve um crescimento no número de infectados sobretudo em jovens e os fatores estão ligados ao excesso de confiança no parceiro e a busca inconsequente pelo prazer.
Segundo a infectologista Silvia Maldonado, muitos jovens não fazem o uso de preservativo pois acham que atrapalham as relações sexuais e preliminares dificultando o prazer , mas o que eles se esquecem é que além de estarem expostos a contaminação de alguma Dst ,esse ato inconsequente também pode levar à uma gravidez indesejada.
Além disso, segundo a mesma infectologista, muitos jovens tendem a avaliar se o seu parceiro possui alguma doença com base no “olhomêtro” sem levar em consideração que muitas doenças só são detectadas com exames específicos. E com o uso de medicamentos é possível ter uma vida normal apesar de ainda ser capaz de transmitir a doença como a hepatite e HIV .
Por conseguinte, a União deve criar um programa em parceria com o Ministério da Saúde e Ministério da Educação cujo objetivo seja realizar palestra em escolas e universidades com especialistas alertando para os riscos do sexo oral , vaginal e anal desprotegido ressaltando o uso da camisinha, além de facilitar o acesso aos exames para detecção de alguma doença sexualmente transmissível por meio de uma unidade móvel que faça visitas periódicas as instituições de ensino oferecendo testes rápidos e orientações sobre como proceder em caso de resultado positivo. Para que assim os jovens possam estar mais informados e previdos a cerca dos perigos do sexo desprotegido.