O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 19/09/2019
Na série televisiva “Elite”, a estudante Marina, de apenas 16 anos, têm relações sexuais sem preservativos com um dos bolsistas da escola e é contaminada pela vírus HIV. Fora da ficção, a realidade enfrentada pelos jovens brasileiros não são tão diferentes, pois, apesar dos avanços para a diminuição à doença, há, ainda, muito o que fazer para que a parcela dessa doença venha diminuir. Nesse contexto deve-se analisar não só a questão social, mas também a educacional.
Primeiramente, a falta de conscientização por parte da população contribue com o quadro em questão. Segundo pesquisa divulgada pelo IBGE, no ano de 2016, seis em cada dez jovens entre 15 e 24 anos fez sexo sem preservativos. Isso acontece porque, desde cedo, a busca pelo endonismo: prazer imediato, grita mais alto, e o que parece trazer felicidade, como afirmou o filósofo Nietzsche, acaba trazendo consequências, a exemplos: o aumento de doenças, como o vírus HIV. Dessa forma, a falta de consciência nas relações sexuais, por parte da população, contribue com o aumento à doença.
Ademais, a escola é o fator principal da educação no país. Segundo a filósofa Hannah Arendt em “A banalidade do mal”, o pior mal é aquele visto como algo cotidiano, corriqueiro. Dentro do contexto escolar, a escola muitas vezes não trabalha, desde a base educacional, na educação sexual do aluno, o que consequentemente acaba não gerando a preocupação dos alunos, tornado assim algo cotidiano e corriqueiro sem que os perceba. Logo, é imprescindível uma mudânça no âmbito educacional.
Diante desses impasses, é urgente que o Ministério da Educação-exensão governamental responsável pelo gerenciamento educacional no Brasil- em parceria com as escolas, crie o protejo “Educação sexual”, na qual pais e alunos serão convidados a aprticiparem de projetos, ministrados por profissionais da saude, onde serão abordados assuntos sexuais e suas consequências, com a