O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 19/09/2019

É inegável o fato que, no Brasil, o aumento de infectados por doenças sexualmente transmissíveis é uma realidade a ser enfrentada e discutida forma consiste  e precisa, urgentemente, adotadas medidas tanto pela população em repudiar esse cenário quanto por autoridades em repercutir meios de combate, já que tem-se evidenciado o descontrole sobre essa problemática. Paralelamente, com o evolução da tecnologia e o avanço da medicina na consolidação de atitudes preventivas e anticonceptivas, possibilitou que esse tema pode ser resolvido, porém a falta de informações ao público jovem agravou essa condição. Nesse âmbito, pode-se analisar que essa situação persiste devido à falta do formação cidadão e à ausência de métodos de intervenção.

Em primeiro plano, observa-se que o acréscimo da relação sexual entre adolescentes sem prevenção enfatiza a necessidade dessa massa obter a percepção sobre a gravidade desse descuido. Nessa perspectiva, a Organização Mundial da Saúde, evidencia, por meio de pesquisa, que em cada dez jovens, quatro usaram camisinha na primeira relação sexual. Diante disso, percebe-se que a insuficiência de medidas para conscientizar esses indivíduos ineficaz. Sendo assim, o principal fator para essa contribuição é a omissão das instituições de ensino e de diálogo dos familiares, pois não transmite o conhecimento da magnitude dessa problemática. Por conseguinte, eleva-se o número de pessoas contaminadas, exemplo disso, é a sífilis uma patologia que apresenta sintomas tardios e indolores e sem essa percepção o jovem torna-se um agente transmissor.

Além disso, outro fator que contribui para o avenço dessas doenças é a escassez de diligências pelo Governo Federal na questão de políticas públicas. Outrossim, o aumento da gravidez não planeada, aponta a grave omissão para com o tema. Dessa maneira, de acordo com o Instituto Nacional de Saúde são 150 mil casos por ano de HIV, sendo uma parcela gestantes. Consequentemente, a escassez de tratamento e prevenção prejudica o desenvolvimento do futuro das crianças.

Portanto, tona-se evidente que é indispensável a adoção de medidas capazes de intervir nessa problemática da saúde pública no Brasil. Logo, é indubitável que as escolas realizem, por intermédio da disciplina de Biologia a inserção do discernimento com a participação de alunos de medicina das universidades, com objetivo de promover palestras, debates de prevenção e reconhecimento dos sinais e sintomas de cada patologia. Ademais, é necessário que a população cobre do Executivo providências cabíveis relacionadas a divulgação de campanhas publicitárias, por meio de cartazes e propagandas, além de disponibilizar ao público testes rápidos, preservativos, a fim de promover maior recursos em prol do combate a essa situação caótica.