O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 19/09/2019
Na era de digital boa parte dos jovens são bombardeados por informações a todo tempo sobre inúmeros assuntos. Embora exista um conhecimento amplo sobre vários temas é inegável que exista um neglicenciamento por parte desses indivíduos com a proteção no ato sexual, o que se deve a falta de diálogo e campanhas de concientização.
Em primeiro lugar, o debate a respeito da prevenção de doenças e gravidez indesejada, tem sido negligenciadas. Segundo o jornal O Globo, 41%dos jovens não conversam com os pais sobre e 33% não tiveram acesso a educação sexual na escola. Isso demonstra que a desinformação e a falta de diálogo prejudica o indivíduo, o que traz consequências, como o uso incorreto de contraceptivos por algumas meninas que não são auxilias a procurar um médico.
Ademais, a ausência de ações que informe os perigos das doenças sexualmente transmissiveis (DSTs), é ainda um grande empecilho na prevenção e tratamento das mesmas. De acordo com a revista Superinteressante, em 2016 o Ministério da Saúde decretou epidemia da Sífilis, patologia que quando descorberta em faze inicial é simples curar, e que foi pouco disseminada pela mídia. Ou seja, tal surto ocorreu principalmente pela desinformação de parte população jovem sobre o uso de preservativo e os perigos das doenças que podem levar até mesmo a morte.
Dado o exposto, torna-se necessário que o Ministério da Saúde ligado ao Ministério da Educação, por meio de ebooks, com download livre na internet, tal como, propagandas e palestras em intituições de ensino do país, incentive o uso de preservativos e explique os riscos das DSTs, para que os jovens possam se previnir dos perigos bem como usufruir das diversões da sua faixa etária de maneira saudavél.