O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 20/09/2019
As doenças sexualmente transmissíveis mostram uma realidade assoladora que acomete o Brasil: parte dos jovens brasileiros estão infectados por DSTs (AIDS, gonorreia, sífilis), tal acontecimento está se intensificando nessa comunidade. Sem dúvida, a falta do uso de preservativos; não fazer exames de sangue regularmente, agregam para o crescimento dessas enfermidades na vidas dos jovens.
A priori, essas doenças estão se estendendo entre os jovens brasilienses. Segundo a Secretaria de Saúde, apenas em 2018, foram registrados 29 mil casos e os enfermos possuem entre 20 e 29 anos de idade. Além disso, o maior causador dessa epidemia é a falta do sexo seguro na comunidade jovial, pois, a contaminação acontece por contato direto com o individuo transmissor. Portanto, é necessário que esse descuido seja, posteriormente, resolvido pelo próprio individuo, tornando a prevenção um hábito.
Ademais, indivíduos também são afetados por compartilhamento direto, com objetos pessoais do enfermo. De acordo com a pesquisa da UOL, 74,8% dos adolescentes nunca fizeram exames regulares de DSTs, fica evidente que essas pessoas não são conhecedoras da outra forma de contaminação. Como resultado, percebe-se que irá aumentar, constantemente, a quantidade de jovens transmissores, se esse cenário não for mudado urgentemente.
Em suma, é visível que o aumento das doenças transmissíveis, nos jovens brasileiros, tem duas causas importantes a serem resolvidas. Portanto, é mister que o Ministério da Saúde juntamente com o MEC promovam, por verbas governamentais, uma educação sexual nas escolas públicas e privadas, com a finalidade de ensinar às crianças e adolescentes, com rodas de conversa semanalmente, sobre a prevenção à DSTs. Por conseguinte, com o bom resultado desse projeto, o número de afetados poderá diminuir, evitando uma maior proliferação dessas enfermidades transmissíveis.