O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 21/09/2019

Na Idade Média, no período da Peste Negra, o continente Europeu foi assolado por uma doença contagiosa na qual muitos morreram poís, na época, não havia a cura dessa doença. Paralelo á isso, a sociedade brasileira vive numa situação problemática de ascenção das doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) devido a negligência e a falta de entendimento de muitos jovens sobre esses casos.

Inicialmente, é válido resaltar que o principal público do aumento dessas doenças ainda são novos e muitas vezes, inconsequentes. Isso fica mais evidênte se associarmos seus estilos de vida com o lema “Carpen die”, o “aproveite o seu dia”, já que boa parte desses indivíduos agem não pensando no “depois”, mas sim no “agora”. Dessa forma, ao se preocuparem com o prazer momentâneo, acabam nem se preocupando em usar preservátivos para se prevínir, e , eventualmente, acabam adquirindo alguma DST.

Além disso, o pensamento limitado de alguns brasileiros de que a única forma de transmissão dessas doenças é pela relação sexual desprotegida e verem apenas a AIDs como preocupação existente também ajuda para tal crescimento. Com isso, o pouco interresse em saber mais meios de prevenção para essas patologias e o baixo leque de conhecimento sobre elas é uma grande contribuidora para essa situação. De certo, cada uma tem formas de prevenção distintas: focar só em um meio de se proteger, pode abrir caminho para outras não cuidadas.

Portanto, fica claro que são necessárias medidas para buscar amenizar o crescimento das DSTs no Brasil. Assim, a fim de uma sociedade mais preocupada com sua saúde e bem-estar, fica a cargo dos deputados, das regiões com maiores índices desses casos, em sancionar uma lei que coloque a educação sexual em pauta escolar, focando nos diversos tipos de doenças e em como previni-las. Outrossim, os indivíduos devem procura se previnir mais, sempre com uma camisinha no bolso, para enfim caminharmos para um Brasil sem “pestes”.