O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 22/09/2019

A década de 70 e 80 foi marcada,nos Estados Unidos,pela epidemia de AIDS,que acometeu grande parcela da população desse país.Ao decorrer do tempo,essa como outras doenças sexuais expandiram-se,geograficamente,para diversas regiões do planeta,inclusive para o Brasil,que por sua vez tem um crescimento,significativo,dessas endemias entre jovens brasileiros,concretizando-se como prolema atual.Nesse contexto,cabe a análise acerca de causa,consequência e possível solução de tal problemática.                                                                                                                                                  Primordialmente,é notório que a banalização da proteção sexual,por parte dos adolescentes,favorece o aumento de DSTs(Doenças Sexualmente Transmissíveis) entre esses indivíduos,que ,majoritariamente,essa falta de responsabilização ocorre não só devido uma maior preocupação com a gravidez indesejada, mas também pela ausência de conhecimento sobre os malefícios dessas endemias por frações desses jovens .Sob esse viés,uma pesquisa divulgada,em 2016,pelo portal de notícias “UOL”,mostra que mais de 50% dos adolescentes não usam preservativos durante o  sexo.Tal dado, deixa explícito como uma grande parte do público juvenil está propícia a adquirir DSTs.                     Outrossim,vale ressaltar também o preconceito da população sobre indivíduos portadores dessas doenças sexuais como consequência desse desafio.Consequentemente, esse problema agrava-se mais ainda em relação aos jovens, uma vez que escolas e universidades,embora sejam lugares de desenvolvimento cidadão ,frequentemente,são os principais palcos de exclusão social .Sob tal ótica,o livro “depois daquela viajem” retrata a juventude da própria autora-Valéria Polizzi-que fala como é difícil de se conviver com as das discriminações sofrida por ter adquirido o vírus do HIV.Nesse perspectiva, o livro exemplifica,de maneira mais generalizada,não só a realidade dessa jovem,mas a de diversos garotos e garotas vítimas desse problema de saúde.                                                                                   Evidencia-se,portanto,que o aumento das DSTs entre a faixa juvenil brasileira é um obstáculo que deve ser combatido.Logo,o Ministério da Educação em parceria com as escolas deve,por meio de aulas de sociologia e biologia,criar um senso crítico nos adolescentes em busca de potencializar o uso de preservativos por esses indivíduos,com argumentos e textos que reflitam as consequências de adquirir tais doenças sexuais,ademais,deve por meio de palestras tanto nas escolas quanto nas comunidades buscar racionalizar a população com o intuito de quebrar tabus e destituir a suas discriminações sobre  vítimas de AIDS,gonorreia,herpes genital,sífilis entre outas dessas mazelas sexuais.Em síntese,haverá uma sociedade brasileira em que suas gerações futuras não terão sua saúde prejudicada por doenças sexuais que aterrorizou o Estados Unidos em meados do século XX.