O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 23/09/2019

Doenças sexualmente transmissíveis, como o próprio nove diz, podem ser transmitidas através de relação sexual, sendo assim uma doença de fácil contenção já que uso de preservativo pode impedir a disseminação da doença. Em plena era tecnológica e de globalização é inaceitável que incidência de DSTs aumente e a chave para entender isso é o silêncio sobre o tema. É preciso que haja maiores campanhas de prevenção, de forma que possam entender a gravidade da situação, pois o medo gera cautela e outras doenças já foram amenizadas com essa estratégia.

Alguns anos atrás o Brasil se assustou com a chegada da chamada gripe suína, onde o vírus H1N1 assustou a população e as redes de comunicação massificaram campanhas prevenção. Frascos de algo em gel foram espalhados por diversos lugares e a maioria das pessoas tinha o seu próprio. O povo sabia da gravidade da doença. O esclarecimento foi essencial para que as pessoas realmente se cuidassem e evitassem exposição.

Entre os anos de 2017 e 2018  a febre amarela voltou a assustar o país. Mesmo em tempos onde infelizmente movimentos anti vacinas tem se levantado, os postos de saúde ficaram lotados pela população buscando vacina. Os jornais e todo tipo de telecomunicação, todos os dias noticiavam novos casos e novas mortes de febre amarela e apontavam a vacina como a grande forma de prevenção. O ditado “água mole em pedra dura tanto bate até que fura” deu certo e a população de tanto ouvir sobre a temida doença, procurou cuidar-se.

A globalização do sistema de telecomunicação permite que em segundos informações cheguem a diversos lugares e a diversas faixas etárias. Portanto, o Ministério da saúde pode utilizar-se mais e melhor de campanhas de prevenção de DSTs nas redes sociais, jornais online, canais de televisão entre outros, assim como fez com outras doenças. Deve ser mostrado a população as implicâncias que as DSTs trazem, de forma que todos saibam que devem se preocupar em evitá-las para viverem bem.