O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 30/09/2019
“Grey Amatony”, uma série de TV norte-americana, produzida pela “ABC”, retrata a vida de jovens internos da medicina que “lutam”, para um dia se tronarem grandes médicos. Outrossim, em um de seus episódios é realiza uma grande campanha contra as DSTs no hospital, por causa do grande número de funcionários que estavam sífilis. Fora da ficção, no Brasil, pós-moderno, destaca-se um grande crescimento nos casos de DSTs entre os jovens, devido, não só a falta de conhecimento sobre o assunto, mas como também a fragilidade de medidas governamentais.
Primeiramente, evidencia-se que a falta de conhecimento sobre o assunto por uma grande parte da população é fator que sustenta o problema. Grande parte esta que foi e ainda continua sendo vítima da atuação lenta de órgãos responsáveis pela orientação da prática do sexo seguro. Segundo uma pesquisa realizada pelo portal de notícias “UOL”, seis em cada dez jovens entre 15 e 24 anos fazem sexo sem preservativos. Sob esse viés, consequentemente, desenvolve-se um país , no qual, a falta de conhecimento pode mata.
Ademais, concomitantemente a essa dimensão social, quando o filósofo britânico Immanuel Kant enfatiza que o homem é aquilo que a educação faz dele, ressalta a importância que a educação tem na construção do caráter de uma pessoas. Contrariamente a essa lógica, o governo brasileiro introduz de maneira frágil medidas pedagógicas que influenciem nas decisões da população quando se trata do sexo seguro, segundo a Organização Mundial da Saúde(OMS). Assim, indivíduos pouco críticos quanto à importância de suas ações sustentam o ciclo caótico das doenças sexualmente transmissíveis.
Portanto, torna-se evidente, a necessidade de medidas pedagógicas eficiente para solucionar a problemática. Dessa forma, caberá ao governo, que tem a função de regrar e organizar a sociedade, por meio do Executivo, por intermédio de verbas pública, realizar o investimento no Ministério da Educação e Cultura que fará campanhas de orientação nas cidades, com o apoio de pedagogos e sexólogos, com o objetivo de expor a população os riscos da sexo sem preservativos. Dessa maneira, reduzir os índices de casos de DSTs como no seriado norte-americano.