O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 24/09/2019

Durante toda história social houveram casos em que doenças sexualmente transmissíveis estiveram presentes na vida sexual entre pessoas.Contudo, a partir do século XX começou a ser mais enfatizado este assunto, onde grandes celebridades foram diagnosticadas com Aids, transmitido pelo vírus HIV, o que repercutiu muito esta problemática.

No Brasil, o índice de DSTs entre jovens têm aumentado de forma preocupante, diante das diversas maneiras de se obter conhecimento quanto ao assunto, observa-se tamanho descaso de muitos. Segundo o Ministério da Saúde, existem hoje cerca de 800 mil aidéticos no país,no entanto, dados como esses são assustadores por ainda serem tabu nos lares de muitos jovens sobre o assunto “sexo” e suas consequências.

Algumas das doenças sexualmente transmissíveis são: gonorreia, candidíase, HPV,cancro mole, clamídia,donovanose, AIDS, entre outras.Ao contrário do que parece, muitas vezes, as DSTs não são propagadas somente através do sexo, existem outros tipos de contato como: beijo e por meio de toques no local. É necessário enfatizar suas consequências, pois  para algumas há tratamento que inibe ou reduz o desconforto, mas outras que são consideradas crônicas não tem cura, somente medicamentos (pro resto da vida) que amenizem alguns sintomas.

É válido ressaltar que os primeiros conhecimentos adquiridos do(a) adolescente têm que ser em casa, no convívio familiar.E reforçado nas escolas, através de campanhas educativas.O Ministério da Saúde juntamente Ministério da Educação devem promover programas para conscientização da população, avaliar e ampliar campanhas didáticas sobre “sexo e seus riscos” nas escolas, propagar nas mídias sociais e televisivas, investir em campanhas socioeducativas em festas públicas. Para que haja prevenção e boa qualidade de vida à todos.