O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 25/09/2019

Por consequência da Revolução Científica, o acesso à tecnologia favorece contato com uma farta vinculação de informações. Dentre elas, diversas campanhas realizadas pelas esferas governamentais acerca da prevenção das doenças sexualmente transmissíveis (DST’s). Entretanto, no Brasil, o número de jovens com infecções cresce vertiginosamente a cada ano, ora em função do despreparo civil em relação a banalização das enfermidades, ora pela falta do uso de preservativos. Assim, hão de ser analisados tais fatores, a fim de que se possa liquidá-los de maneira eficaz.                                                Em primeiro lugar, é indubitável que a banalização dos riscos relacionados as DST’s é maléfica, tanto para o individuo, quanto para a sociedade como um todo que precisará se readequar drasticamente para acompanhar a nova demanda de casos. Dessa forma, é importante ressaltar que todas as doenças oferecem algum risco para a saúde e se não forem tratadas podem progredir e levar a complicações. Exemplo disso é a Sífilis, que pode causar problemas cardiovasculares e neurológicos. Logo, é substancial a dissolução dessa conjuntura.                                                                                       Outrossim, é imperativo pontuar a necessidade do uso de camisinha no controle do aumento do número de DST’s entre jovens brasileiros. Segundo o ginecologista Cesar Fernandes, presidente da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, as principais DSTs em circulação no Brasil são o HIV, hepatite C, clamídia, sífilis, gonorreia, candidíase e tricomaníase e a maior causa de essas doenças circularem tanto é a falta de utilização de preservativos, principalmente entre os jovens. É válido mencionar que a falta do uso de camisinha não é por falta de acesso à proteção, porque o sistema de saúde distribui camisinhas gratuitamente e sim, pelo pensamento errôneo de que as doenças não os acometeram. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura social de forma urgente.                                                                                                                                                 Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater o aumento do número de casos de doenças sexualmente transmissíveis. Para tanto, cabe ao Ministério da Educação – ramo do Estado responsável pela formação civil – inserir, nas escolas, nas turmas de alunos adolescentes, a disciplina de Educação Sexual, de cunho obrigatório em função da sua necessidade, além de difundir campanhas instrucionais, por meio das mídias de grande alcance, para que o sujeito aja corretamente segundo as próprias necessidades. Quiçá, assim, tal hiato reverter-se-á, sobretudo na perspectiva tupiniquim, fazendo “jus”, deveras, àquilo que fora apregoado pela Revolução Científica.