O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 26/09/2019
Os chineses foram os criadores da primeira versão de preservativos, feitos de borracha vulcanizadas ou de intestinos de animais causavam um grande desconforto. Entretanto, desde o final do século XIX, esses produtos foram feitos com látex com intuito do uso ser mais agradável. No entanto, o número de doenças sexualmente transmissíveis tem aumentando, isso ocorre pelo desuso da camisinha e pela ausência de conhecimento adequado. Dessa forma, caracteriza-se por uma adversidade com cunho social, pois o próprio indivíduo contribui para a permanência dessa realidade.
Em primeiro plano, vale ressaltar que mesmo com o avanço na produção de preservativos o uso está decrescendo. Dessa maneira, de acordo com o médico Drauzio Varella, cerca de 40% dos jovens não usam camisinha e isso ocorre pois a maioria dos adolescentes possuem o pensamento de que esse método evita apenas a gravidez indesejada e precoce, esquecendo das doenças que podem ser transmitidas por sexo desprotegido, ocasionando um elevado número de infectados. Logo, trata-se de um problema que afeta todos os envolvidos de forma negativa.
Além disso, a falta de conhecimento é aliado no aumento de DST’s entre a população jovem brasileira. De acordo com o órgão responsável pelos dados dos casos de Aids, em 2016, ocorreu cerca de 48 mil pessoas infectadas por esse vírus. Desse modo, a ignorância sobre os riscos e consequências, é um dos fatores que propicia a permanência e o aumento dessa realidade. Logo, é evidente que se trata de um fato que começa por ação individual, pois se houvesse os devidos cuidados e prevenção esses números seriam minimizados.
Em suma, ações em prol da conscientização sobre os cuidados sexuais devem ser executadas. Portanto, cabe as Secretarias Municipais junto com postos de saúde investimentos em palestras ministradas por médicos, por meio de ensinamentos preventivos e apresentação dados reais que mostrem a realidade atual evidenciando os riscos e consequências dessas doenças, junto com campanhas de vacinação com intuito de prevenir algumas doenças e influenciar o uso do preservativo e os cuidados básicos de higiene. Por fim, por meio da educação será possível erradicar os casos de infectados no Brasil.