O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 26/09/2019
O filme " Um Lugar Para Annie", um bebê de três meses abandonado pela mãe biológica, viciada em drogas, e um amor de enfermeira. Um lugar para Annie retrata as dificuldades e a luta de “Susan Lansing” (“Sissy Spacek”) para cuidar da criança soropositiva. Fora da ficção, apesar do jovens ter informações sobre os riscos e consequências dos DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis), a maioria dos indivíduos brasileiros não se preocupam na prevenção durante a relação sexual.Nesse contexto, não basta ter só informação é necessário ocorrer uma maior conscientização sobre as doenças sexualmente transmissível.
Primeiramente, apesar do grande volume de informações sobre as DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis), a parcela mais jovem da população não se atenta à prevenção. Na matéria publicada pelo Governo de São Paulo, é possível ver que o número de casos realmente é maior entre os jovens. Segundo o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV e Aids (Unaids), 35% dos novos casos ocorrem entre os 15 e 24 anos. São dados alarmantes, já que a mídia e os governos investem em ações de conscientização e prevenção com foco nessas idades.Nesse contexto, tornar-se relevante a ignorância da população jovem acerca das condutas seguras na relação sexual.
É válido ressaltar, que a principal causa do aumento das infecções transmitidas através das relações sexuais é o declínio do uso de preservativos, método mais eficaz para evitar a transmissão de infecções como AIDS, sífilis, gonorreia e candidíase.A população sexualmente ativa em questão não se protegem como deveriam, visto que não temem às doenças citadas, pois estas foram tão banalizadas que os jovens acreditam que maioria têm cura e, AIDS podem ser tradadas com medicamentos, logo, tais pensamentos abrem mão do uso da camisinha.Nesse ínterim, é evidente que a principal causa do aumento de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) entre os brasileiros é o desuso de preservativos em decorrência da vulgarização dessas doenças.
Portanto, cabe ao Ministério da Saúde em conjunto com ás mídias o papel de realizar campanhas publicitárias de combate às DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis), com ajuda de médicos de Urologia, com intuito de trazer uma maior informação para os indivíduos, sobre riscos e as consequências das pessoas que não utilizam o uso preservativo na relação sexual, despertando, assim, o amor e valor pela própria vida. Por fim, cabe ao Ministério da Educação o dever de incluir na grade horária do curso biologia do ensino médio, aulas que discutam sobre as doenças e infecções sexualmente transmissíveis,para debater com alunos sobre a importância do uso de camisinha, mostrando o caminho doloroso gerado pelas negligências de não se prevenir.