O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 11/10/2019
Segundo o filósofo grego Heráclito, apenas a mudança é permanente. Ao partir desse pensamento, o fato de DSTs darem medo na década de 80, hoje já não dão mais. Na contemporaneidade, o número de casos entre jovens de 15 a 24 anos cresceu em quase 40% com doenças sexualmente transmissíveis, o que leva ao debate de que maneiras a sociedade e o Estado podem cooperar para que esse percentual diminua.
Primeiramente, vale ressaltar que para o sociólogo Durkheim, a família é a base para uma estrutural social, no qual o relacionamento entre si é a clareza e a importância dos fatos. Contudo, alguns pais levam o sexo como um grande tabu, o que dificulta o dialogo com seus filhos sobre os riscos e precauções. Logo, fica evidente que sem nenhuma instrução vinda daqueles que são “o pilar” de sua formação, pessoas tendem a ser cada vez mais infectadas.
Segundo esse cenário, o Ministério da Saúde(MS) está em falta também, perante a situação. A contagem de 29 mil novas enfermidades, divulgados pela Secretária de Saúde, condiz com a forma que procedem sobre a ausência de educação sexual em escolas, responsáveis em dar quaisquer possíveis informações desse mal. Assim, pode se perceber que um dos pilares do Estado esta em divida com a população brasileira.
Diante disso, pode se concluir que Heráclito tinha razão, o que ontem era de um jeito, hoje pode se apresentar de outro. Portanto, para que, não o medo, mas o valor pela própria vida permaneça como 1980, o MS em conjunto com as instituições escolares, devem promover palestras e cursos para esses garotos e garotas, até mesmo para os próprios responsáveis de tais, com abordagens que desvendem as DSTs recentes. Acredita se que com isso, possa se ter baixa na porcentagem de ocorrências e imagináveis mortalidades.