O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 30/09/2019

As doenças sexualmente transmissíveis - DST’s - como Aids, Sífilis e Gonorreia, são infecciosas, e podem também ser transmitidas por via não-sexual. De acordo com o Ministério da saúde, o número de novos casos de Aids entre jovens de 15 a 24 anos cresceu 35,3%. Cenário resultante da falta educação sexual adequada recebida pelos jovens.

Primeiramente, é importante abordar que, grande parte da sociedade tem uma mentalidade retrógrada e conservadora, o que faz com que o temas relacionados a relação sexual se tornem um tabu. Sob esse viés, a família coloca a educação sexual como responsabilidade da escola, e as instituições de ensino transferem essa tarefa à família, e assim se desenvolve um significativo entrave, que faz com que o jovem aprenda sozinho de forma inadequada.

Outro fator importante, é que com o aumento e a facilidade ao acesso de métodos contraceptivos, as pessoas estão começando a negligenciar o uso do preservativo, pois as DSTs deixaram de ser consideradas fatais, ou seja, o uso do remédio possibilita a convivência com presença do vírus.

Diante dessa problemática, consta-se a necessidade que o Ministério da saúde, em conjunto com o Ministério da educação, trabalhe a educação nas escolas de forma mais assertiva, focando nas complicadas consequências do contágio, a fim de despertar a valorização do bem-estar próprio. Paralelo a isso, a integração de campanhas midiáticas de cunho educativo, objetivando a conscientização não só dos jovens, mas também de seus pais, devem mostrar as condições de vida ruins e limitações que ninguém quer passar. Dessa forma, o esclarecimento sobre as DSTs, viabilizariam a amenização do aclive dessas doenças.