O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 28/09/2019
Na década de 80, a população europeia recebeu um grande susto com o “aparecimento” das doenças sexualmente transmissíveis, que ocasionou em um certo pânico na sociedade, jornais da época relatavam que a transmissão ocorria através de mosquitos. Atualmente, com a evolução tecnológica ficou salientado que essa transmissão realizava-se com o ato sexual sem proteção. Nesse contexto, fica notório que as DST’s têm um grande índice no corpo social, e esse alto grau está relacionado com o desleixo ao uso da camisinha, e principalmente entre as relações homoafetivas. Portanto, é fundamental analisar as razões que fazem dessa problemática uma realidade brasileira.
Deve-se pontuar, de início, que a falta de descuido entre os adolescentes é um grande agente para a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis. Conforme em um episódio da série “Grey’s Anatomy”, cerca de 42% dos jovens não usavam preservativo com seus parceiros. Não distante da realidade, essa cena se faz presente na sociedade, ocasionando um “espaço” para a passagem da DST’s. Logo, é esclarecido que esse relaxamento vulgariza a doença pelo alto índice de não usar proteção.
Além disso, vale ressaltar que a intimidade homoafetiva recebe uma grande parcela de discriminação, por apresentarem uma maior proporção dos casos de DST’s nos dias atuais. De acordo com o médico Dráuzio Varella, apresentou em uma reportagem que aproximadamente 55% dos homossexuais apresentam o soro positivo, a pesquisa foi realizada no Brasil. Assim, verifica-se que esse alta quantidade é uma problemática, pois causa mortalidade entre os mesmos.
Dessarte, é indubitável que questão do acréscimo de casos de DST’s tornou-se uma a ser um problema na sociedade. No entanto, é possível reverter essa realidade, o Ministério da Saúde juntamente com as redes televisivas, devem promover propagandas e comerciais com relatos de vítimas afim de aumentar os índices do uso da proteção entre os jovens e homossexuais, é também preciso que haja a vulgarização dos exames para realizar todos os anos, visando diminuir a mortalidade com a rápida descoberta e a iniciação do tratamento. Assim, com uma sociedade mais instruída sobre o assunto, os resultados serão notados na prática.