O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 28/09/2019

Segundo dados do Ministério da Saúde, o índice de DST passou de 16,2 casos por 100 mil habitantes, para 33,1 casos entre jovens brasileiros. Contudo, a banalização de doenças sexualmente transmissíveis (DST) já não impõem mais tanto medo aos adolescentes. Ademais, aplicativos de relacionamento também atraem o público para o aumento de infecções sexualmente transmissíveis (ITS). Em suma, as DSTs, não param de crescer entre jovens brasileiros.

Em primeiro lugar, vale ressaltar que uma relação sexual sem proteção pode acarretar sequelas para o resto da vida. De certo, embora as informações acerca das doenças sexualmente transmissíveis circulem livremente entre os jovens brasileiros, principalmente nas redes sociais, o adolescente do século XXl não se preocupa em se prevenir contra as DSTs. Outrossim, o aumento do índice de doenças transmitidas através do sexo está associado a negligência com o uso da camisinha, a banalização da prática sexual sem preservativo entre os adolescentes, se tornou um hábito. Além disso, os jovens se preocupam mais em evitar uma gravidez do que uma doença. Por consequência, segundo dados do Ministério da Saúde o número de DST entre adolescentes triplicou.

Certamente, os aplicativos de relacionamento cooperam para uma recente ocorrência de casos preocupantes, em que pessoas portadores de infecções sexualmente transmissíveis, criam perfis e não expõem se adquirem ou não a doença. Por certo, além dos aplicativos, os especialistas enxergam as mídias sociais e a facilidade para se conhecer pessoas atualmente como um ponto preocupante, segundo dados do jornal eletrônico R7. Indubitavelmente, as redes de relacionamentos virtuais são mais frequentadas por jovens que não conhecem a fundo seus parceiros, segundo a Organização Mundial da Saúde, os aplicativos de namoro e o estigma de saúde sexual estão contribuindo para mais de um milhão de novas infecções por DSTs.

Portanto, o índice de doenças sexualmente transmissíveis entre jovens brasileiros tem aumentado com o decorrer dos anos. Dessarte, as escolas como órgão de educação, deveriam realizar palestras entre os alunos acerca da saúde sexual, levando em consideração as condições de vida para os portadores de DSTs e suas limitações, auxiliando o uso de preservativo como profilaxia das doenças, para que o número dessas patologias não aumente. Destarte, a mídia como grande disseminadora de informações, deveria realizar campanhas através dos comerciais acerca da importância de ter o conhecimento do parceiro além do meio virtual, buscando se relacionar com o uso de preservativos para que o índice das ITS não continuem crescendo constantemente. Assim, haverá uma conscientização mediante as DSTs entre os jovens brasileiros, impedindo a disseminação da doença.