O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 28/09/2019
Na série Elite de 2018 da Netflix mostra um conflito de classes em uma escola em que um dos motivos para a descriminação aos alunos de famílias carente, foi a transmissão do vírus HIV de um ex- alunos bolsista para Marina, uma das alunas do Colégio. Ao decorrer da trama é apresentado como a sua vida é moldada pelos outros e seus familiares por ser portafora do vírus. Fora da ficção, pessoas que quando jovens, tiveram contato com o HIV é muito comum, porém a responsabilização e problematização do assunto ainda é um tabu.
Á princípio, é importante citar que falar sobre o vírus HIV ainda é um tabu, o que leva a desinformação, visto que quando o jovem não está ciente das consequências difíceis da doença, um provável descuido aconteça podendo levar a sua contaminação. Além do Ministério da saúde só investir em campanhas sazonais, principalmente em dias de Carnaval, contra o vírus e não saber se comunicar bem com esse público alvo, visto que as publicações são geralmente feitas nas rádios e televisões, redes em que o jovem não acompanha tanto quanto as redes sociais.
Ademais, como além das consequências físicas do problema pode se citar as psicológicas, perante a uma sociedade ainda preconceituosa com a doença, sendo que casos em que indivíduos contaminados sofreram discriminação por possuírem o vírus, não são isolados.
Isso evidencia portanto que medidas para mitigar o problema sejam tomadas. Primeiramente é importante que as escolas façam debates e palestras sobre o tema, além de também ser falado sobre o vírus nas aulas, como, por exemplo, a de biologia. Em segundo lugar, o Ministério da saúde precisa modernizar as suas campanhas trazendo as informações sobre o HIV e quebrando mitos sobre ele nas redes sociais, local em que a mais contato entre jovens de todas regiões do país.