O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 28/09/2019
A adolescência é uma fase de autodescoberta do próprio corpo e do corpo do outro e com isso vem também o inicio da vida sexual. O que para muitos ainda é visto como um tabu, acaba despertando muita curiosidade e interesse pela população jovem. No entanto, esses acabam ora por falta de conhecimento ou mesmo por acharam supérfluo dispensam o uso de preservativo, se tornando assim mais propensos a serem contaminados por alguma Doença Sexualmente Transmissível ( DSTs).
Em primeiro plano, é importância destacar que muitos pais ainda se sentem inseguros em falar de sexo com os filhos, muitos por um instinto de proteção, acreditam que se falar de sexo vai estar instigando o filho começar a visa sexual. No entanto, percebe-se um efeito contrario, haja vista que a falta de informação sobre o uso de preservativos, como camisinha, pode estar entre os fatores de aumento do numero das DSTs. Segundo a Secretaria de Saúde, o perfil dos infectados é jovens entre 20 e 29 anos.
Ademais, aos jovens que mesmo tendo informação e conhecimento, optam por fazem sexo sem preservativo, restam-lhes a desculpa de que o método de preservação é desconfortável, de que todas as doenças tem cura ou mesmo a ideologia de que as DSTs é algo distante e que nunca vai acontecer com eles. Muito embora esses discursos possam lhes convencer momentaneamente, os dados mostram um quebra de expectativa por parte desses, visto que segundo a UNAids, órgão das Nações Unidas que lida com doenças, somente em 2016 foram registrados 48 mil novos casos.
Dessa forma, no intuito de minimizar o aumento das DSTS, é importante reconhecer o dialogo e o conhecimento como algo fundamental. Por isso, cabe aos pais por meio de conversas e explicações, instruírem os filhos em relação ao sexo e suas consequências,para que esses não sejam pegos de surpresa por conta de um desconhecimento e tenham mais autonomia em sua vida sexual.