O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 30/09/2019

As DSTs (Doenças sexualmente transmissíveis), são originadas, na maioria dos casos, pelo contato sexual sem preservativo. Hodiernamente, no Brasil, esse assunto ainda tem pouca visibilidade, embora os índices indiquem um quadro bastante preocupante, tendo como principal público alvo os jovens. Além do mais, alguns fatores como a relação sexual desprotegida e a falta de informação sobre essas conseqüências são favoráveis ao crescimento desse problema em questão.

Primeiramente, é importante ressaltar que a AIDS, gonorreia, sífilis, herpes, são exemplos de DSTs, sendo essas, causadores de grande preocupação quanto à saúde humana. Sendo assim, muitas delas não apresentam sintomas, tanto no homem quanto na mulher, o que de certa maneira torna-se preocupante, pois as chances de procurar profissional de saúde são bem pequenas. No entanto, quando não são diagnosticados e tratados a tempo, tudo fica mais sério ainda, podendo evoluir para quadros mais graves, como o câncer ou até mesmo a morte.

Ademais, as relações sem preservativos se tornaram algo comum entre a população jovem brasileira, demonstrando um ato de total imprudência. Embora a camisinha seja considerada o método mais eficaz de evitar as DSTs, uma pesquisa do ministério da saúde mostra que 9 em cada 10 jovens de 15 a 19 anos sabem que a camisinha é o melhor método para evitar HIV, porém, essa mesma estimativa pratica sexo sem proteção. Logo, é notório a gravidade da situação, e infelizmente, esses dados tendem a aumentar caso a realidade não mude.

Portanto, é necessário que o atual cenário se reverta urgentemente. Dessa forma, o Ministério da Saúde deve oferecer mais palestras para a população sobre o tema abordado, no qual os profissionais apontem a gravidade da situação, os riscos e as formas de prevenção, para que assim seja possibilitado uma vasta conscientização. Outrossim, é imprescindível que professores no âmbito escolar debatam e torne claro a importância do uso de preservativos e o que sua ausência pode provocar, com o intuito de evidenciar a proporção dos riscos que o descuido pode gerar à vida.