O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 29/09/2019
Muitos artistas, como Cazuza, foram acometidos por uma doença que começava emergir discussões sobre nos anos de 1970 e 1980 no Brasil: a Aids. Definida como uma Doença Sexual Transmissível (DSTs), assim como a sífiles, essa classe de patologias tem aumentado entre os jovens brasileiros. Sendo assim, cabe desenvolver meios para mitigar tal problemática tendo em vista a banalização do assunto e a imprudência.
A priori, a ciência tem se desenvolvido e o surgimento de medicamentos, como a Penicilina possibilitou a cura de algumas DSTs como a sífiles. No entanto, esse tem se tornado motivo para que os jovens banalizassem o assunto e deixassem de usar preservativos. Assim, em 2016, órgãos de pesquisa como o Pcap divulgaram que mais de 40% dos entrevistados não utilizam camisinha em sexo casual, ratificando a negligência para a transmissão das doenças.
Em consequência, pessoas entre 20 e 29 anos são os grandes responsáveis pelo aumento de Doenças Sexualmente Transmissíveis entre jovens. De acordo com a Nações Unidas como Aids - UNAids -, foram registados 48 mil novos casos entre essa faixa etária. Outrora, o Governo investisse em campanhas de publicidade e distribuição de preservativos, em festas como Carnaval, a imprudência dos jovens aumenta e o sexo desprotegido e compartilhamento de seringas são frequentes. Sendo esses, potentes vetores para transmissão de DSTs.
As DSTs, portanto, apresentam uma importante problemática entre os jovens brasileiro. Dessa forma, cabe ao Ministério da Saúde, associado com as Secretarias de Saúde municipais, realizar um mapeamento epidemiológico das regiões com maiores índices de DSTs. Com esses dados, deve-se atuar, mediante as Unidades de Saúde com os enfermeiros, a promoção de conhecimento sobre as doenças, formas de transmissão e principalmente tratamento, de forma mais focada em intervir na disseminações das das patologias. Logo, o Governo encontrará formas de atuar sore tal empecilho.