O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 30/09/2019

As doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) têm se agravado com o tempo, a preocupação é o quão grave elas podem chegar. No entanto, é confirmado que as presenças maiores delas são na faixa etária dos jovens, por muitas das vezes inconsequentes ou até mesmo mal informados sobre a utilização de preservativos, onde nas escolas e instituições deixam a desejar sobre a temática.

A priori, os jovens estão ficando cada vez inconsequentes e mal informados, deixaram de ter medo das DSTs e de usarem preservativos. Prova disso, segundo uma pesquisa feita pela Pcap em 2013, 43,4% dos adolescentes entrevistados não se protegeram durante sexos casuais. Diante disso, fica evidente o descaso pela saúde por irresponsabilidade de pessoas que não se previnem e demostra não possuir receio pelos riscos que essas doenças podem trazer, fazendo mal não somente a elas, mas há outras a quem venha se relacionar.

A posteriori, as ausências de educação sexual nas escolas fazem que os jovens continuem ainda mais desinformados, segundo a pesquisa feita pela Pcap, é evidenciado que 21,6% dos adolescentes acreditam que existe cura à Aids, desconhecendo a irreversibilidade da enfermidade. Desse modo, corrobora com o aumento das DSTs na população jovem, por isso é indispensável o ensino sexual nas escolas para poder alerta os males dessas doenças. Conforme Paulo Freire, educador brasileiro, a educação sozinha não pode transformar a sociedade, entretanto, sem ela, a sociedade tampouco pode mudar.

Portanto, o Estado deve tomar atitudes para amenizar a situação atual. Diante disso, por meio do Ministério da Saúde, saía promovendo campanhas e distribuições de preservativos para as faixas etárias mais agravantes, com médicos ou outros profissionais da saúde para disseminar conhecimento. Isto, não somente é caso apenas da área da saúde, mas também de escolas e famílias que devem conscientizar os jovens e tenham aulas de educação sexual, para saber e tirar dúvidas do que pode ou não acontecer no ato sexual, que para isso tenham acompanhamento com psicopedagogos para melhor orientação. Sendo assim, promover bem-estar e melhores condições sociais a esses grupos.