O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 02/10/2019
O livro brasileiro ‘’Depois daquela viagem’’, de Valéria Polizari, conta a história de uma jovem, Valéria, que contraiu o vírus HIV, causador da AIDS, uma doença sexualmente transmissível (DST), de seu namorado, a narrativa também aborda os desafios da doença e os aspectos sociais ligados á vida da garota. Fora dos livros, muitos jovens brasileiros têm realidades muito parecidas com a da Valéria, já que os números de portadores das DST’s estão aumentado, e isso acontece devido à desinformação do público juvenil sobre a temática, tendo em vista, a indiferença do estado sobre o assunto, resultado assim na disseminação de doenças como herpes, gonorreia e sífilis, as quais podem levar a morte do indivíduo.
Nesse contexto, ressalta-se, em primeiro lugar, a negligência estadual e federal em disseminar campanhas sobre o assunto. De acordo com o artigo 196 da constituição cidadã, a saúde é um direito de todos e um dever do estado, logo, com a falta de informações sobre prevenção das doenças sexualmente transmissíveis, na chamada medicina preventiva, o governo descumpre o imposto na lei. Configurando-se assim, um cenário que propicia o aumento dessas patologias entre os jovens, já que esses, majoritariamente, desconhecem tais doenças como herpes e gonorreia e as suas consequências, gerando um ‘’desleixo’’ e despreocupação com o sexo seguro.
Outrossim, é importante frisar, as consequências das DST’s na vida do portador. Segundo o site da revista ‘’Abril’’, tais patologias como clamídia, sífilis entre outras, causam lesões na pele e órgão genitais, podendo alcançar outras partes do corpo também, essas levam a um estresse e até depressão ao portador. Nesse sentido, quando se tratam de adolescentes os problemas podem ser até maiores devido a idade e insegurança desses, somando-se também, ao preconceito feito por colegas e conhecidos.
Destarte, para que o aumento das DST’s entre os jovens no Brasil seja controlado o Ministério da Saúde, em parceria com as escolas, deve propagar a educação sexual nas instituições, tanto publicas como privadas, por meio de campanhas, com o uso de cartazes, panfletos e vídeos que explicarão sobre cada uma das patologias contraídas pelo ato sexual inseguro, como a herpes e gonorreia e a maneira de preveni-las, a fim de informar a essa faixa etária sobre a temática, e assim, resultando na
diminuição do de número de portadores dessas doenças , evitando o surgimento de mais casos como o da jovem Valéria.