O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 03/10/2019

Ao mesmo tempo em que organizações de saúde nacionais e internacionais como as Nações Unidas, se revezam em campanhas educativas, somam-se ao time de infectados pela Aids, sífilis e outras doenças, quase 50 mil jovens. É lamentável, em pleno século XXI as informações não chegarem a esta camada da sociedade com deveria. Pode-se afirmar, que fatores como as festas e o preconceito reforçam gráficos, estatísticas e boletins epidemiológicos de doenças oriundas do sexo.

É incontestável que lazer tem que ser algo prazeroso e sinônimo de boas memórias. Mas, diante do assunto doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), o cenário se transforma entre os Jovens Brasileiros. Um povo que respira festas praticamente o ano inteiro, como por exemplo, o carnaval, bailes funks e shows artísticos semanais, com isso, surgem no caminha encontros planejados e eventuais, porta larga para o sexo sem proteção. Nesse contexto, jovens na faixa etária dos 30 anos engrossam os boletins do Ministério da saúde em várias patologias gerados pelo sexo desprotegido.

Convém lembrar que na visão do Professor e Historiador Leandro Karnal – é no conhecimento que existe uma chance de libertação, desse modo, é repudiável o preconceito no uso de preservativo, atitude recheada de frases anti-proteção, tais como: “na hora “H” eu sei me cuidar” , “não lembrei!!, mas, da próxima vez…”. Por esse viés, cresce o número de novos casos, em que se somam só no Brasil 48 mil casos nas principais capitais, segundo as secretarias de vigilância e saúde.

Diante dos fatos, medidas devem ser tomadas com tolerância zero. Para tal, os Governadores Estaduais juntamente e suas Secretarias de Saúde devem promover campanha informativa sobre DSTs, usando da mobilização sobre a lei seca, inserir de forma educativa a visão de proteção saídas de eventos, com a distribuição de panfletos, com isso, incentivando aos motoristas a divulgarem ações preventivas em suas redes sociais.