O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 26/10/2019

No fim do século XX, famosos como Renato Russo, Cazuza, assim como uma grande parte da população jovem brasileira sofreu com os surtos de doenças sexualmente transmissíveis. No entanto, os números foram posteriormente controlados graças aos avanços na ciência. Atualmente, a sociedade retrocedeu às mazelas desse período e o número de DST’s entre os jovens voltou a crescer graças a falhas na educação e a ausência do controle panóptico sobre o tema. Decerto, levando em conta as condições vitais da população, essa situação precisa de mudança.

Primeiramente, segundo Immanuel Kant, filósofo moderno, “O homem é aquilo que a educação faz dele”. Assim, ao estudar o pensamento do filósofo, é evidente que a importância educação na postura dos indivíduos. Desse modo, se os jovens são ensinados a tomarem medidas preventivas ao praticarem atividades sexuais, a escola falhou na sua função de educar. Não só, essa ineficiência escolar se dá a partir da abordagem apenas superficial do tema, fazendo com que os alunos entendam essas doenças como algo que já foi superado no passado e que a preocupação com esse assunto não é necessária. Indubitavelmente tal fato é alarmante, e demonstra que a escola precisa aprofundar o conhecimento do aluno nessa área.

Outrossim, segundo o sociólogo Foucault o controle panóptico são meios de usar a intimidação do perigo a favor do controle de ações e são crucias para controlar surtos como o aumento das doenças sexualmente transmissíveis entre os jovens.Factualmente, ao observar a ideia do pensador, pode-se chegar à conclusão que graças ao Déficit na educação sobre as patologias sexuais, os alunos não creem que isso possa fazer mal e abandonam o medo, pondo fim no efeito panóptico e alastrando os índices de ocorrência das doenças. Certamente, o medo dos diminuiu graças ao avanço na tecnologia que garante uma maior vitalidade as pessoas enfermas, entretanto, é importante os fazer ciência de que que segundo a OMS (organização mundial da saúde) ainda não existe cura para todas as DST’s, incluindo as que levam a morte, e isso é função da escola.

Por fim, tem-se que a escola é crucial na diminuição do número de patologias sexuais entre os jovens. Assim, o Ministério da educação deve designar parte da verba tributária para investir em palestras em todas as escolas, essas palestras devem explicar que não se deve subestimar a essa doença e explicar aos alunos a nocividade desse problema, fazendo com que a partir do princípio panóptico os jovens se cuidem mais. Não só, essas palestras devem ser ministradas por médicos especialistas em patologias, pagos pelo poder público. Decerto, com esses auxílios ao sistema educacional, a sociedade caminhará para longe da parte nociva do final do século XX.